Então foi assim: o namorado ficou argumentando 2 horas comigo pra que eu tomasse a vacina contra a rubéola. Eu expliquei por tudo quanto foi santos
engraçados sagrados que eu
já tive a doença e que não precisava tomar.
Daí ele disse que eles queriam erradicar a doença de vez, porque é uma doença que se confunde muito com viroses. Daí expliquei pra ele que o meu médico é catedrático da USP até hoje e que ele é muito respeitado no meio da medicina, portanto, a chance dele ter errado meu diagnóstico era nula.
Bom, pra
calar a boca do namorado de vez encerrar o assunto, topei ir com ele até o posto médico (atrás do apê) pra provar que eu não precisava da vacina. Chegamos lá o posto fechado. Ótimo: uma unidade de saúde, em plena campanha de vacinação, fechada.
Namorado teve a brilhante idéia de me levar ao Instituto Pasteur. Argh! Que memória!
Chegando lá, a enfermeira nem perguntou nada: simplesmente foi me encaminhando de mão em mão. Uma outra perguntou minha idade, pediu meu RG, entre em uma sala e a terceira enfermeira me aplicou a vacina.
Na boa, não doeu nadinha. E olha que enquanto vcs tomavam vacina de
revórvinhu aqui no Brasil, eu tomava todas de agulha lá em Portugal. Portanto quando digo "não doeu nada" é pq
não doeu mesmo.
A coisa toda levou 3 minutos. E o Namorado ainda queria que eu tomasse a vacina contra o tétano (que está mais do que vencida na minha vida).
E nem pude fazer charminho depois, dizendo que estava doendo e que eu precisava de mais mimos ainda.....
A do tétano ele disse que dói mesmo. Vou tomar outro dia. Daí eu conto pra vcs.