22 de out de 2008

SOBRE O FDS

Seguinte. Pra quem não sabe os pais do Namorado são ceramistas. Por hobby. Mas acontece que eles fazem peças bonitas de verdade. Alguns pedem que eles façam e acabam comprando deles. E incentivado pelos inúmeros elogios que recebe, meu Quase-Sogro resolveu participar de um campeonato de artes promovido pelo Bunkyo.

Os critérios da premiação, a meu ver, foram duvidosos. Tinha muita coisa bonita lá, é verdade. E meu Quase-Sogro resolveu mandar 3 peças para que eles escolhessem uma. Escolheram a mais feinha das 3, na minha opinião. E na opinião dele e do Namorado e da minha Quase-Sogra.

Bom, no Domingo então, fomos ver a exposição e os meus Quase-Sogros foram buscar as peças pra levarem pra SJC. Domingo foi o último dia da exposição.

A expô contava com trabalhos de telas a óleo, cerâmica e outros tipos de arte, como quadros feitos a partir de flores prensadas ou ainda umas coisas esquisitas que não entendi bem a proposta do artista. (novidade, né? Eu não entendendo nada....)

Aqui, o fotógrafo oficial do Bunkyo conseguiu a muito custo fotografar o Quase-Sogro ao lado da peça dele:



Pûs pequenininha por alguns motivos como: se meu Quase-Sogro descobrir que este blog veiculou uma foto dele, ele ficará bem puto nervoso pq ele é tímido à beça; a foto na verdade mostra pouco mesmo e ela, por eu não ter usado flash, ficou embaçada.

A seguir, ponho algumas das peças que achei maior legal:




Esta ganhou na minha premiação pessoal, a categoria "Uóóón, tchi fofu!"
("Jóóóóó-quêi-pôôôô!")

Acredite, é cerâmica:

Não achei assim tããão maior bonita mas sei o trabalho que dá e me admirei pelas várias técnicas empregadas.

Aqui a vista do saguão onde as cerâmicas e alguns trabalhos ficaram expostos:



Telas de todos os gostos:

Carpas estilizadas.

Quadros ótimos para paredes de personalidade (leia-se "cores legais"):



Cores e demonstrações de alegria:



Foi muito legal a expô. Ocupou 3 andares do enorme Bunkyo.

Menção honrosa: tinha um grupo de estudantes que foram monitorados por uma senhora que era professora de artes. Em determinado momento, eles perguntaram o quê nas peças expostas tinha assim de mais "japa". Assim mesmo, pra uma senhora japonesa eles usaram "japa". Daí ela, educadamente, respondeu que praticamente eram influências uma vez que os artistas já eram descendentes de japoneses e os poucos japoneses nativos que contribuíram com a exposição, moravam no Brasil há muitos anos. Mesmo assim, ela ainda procurou alguns quadros pra mostrar entre cores, técnicas e traços os tais elementos "japa".

Subimos no segundo andar e a trupe já tinha chegado lá. Daí eles perguntam para a professora-monitora: "Qual é seu nome mesmo?".

Meu..... fala sério. Eram estudantes de onde? De quê? Pra quê? Prestando atenção ou borboletando? Santa paciência "japa", bátiman!div>