16 de abr de 2008

ANA MARIA BRAGA

eu parei de assistir logo no começo:





Ana, diz pra mim que esse "atora" foi brincando,vai....please!

PENA QUE NÃO POSSO FALAR MUITO SOBRE


Sim, é a pata de uma jaguatirica na mão do meu respectivo.

Aguardem.

ME DIGAM

o que faz uma madrinha de casamento, exatamente?

No casamento que meu namorado foi padrinho, o padre disse que os padrinhos zelariam pelo bem-estar dos noivos, mantendo o casamento em um nível de entendimento, paz e harmonia.
Quero acreditar que o padre não estava sugerindo swing, do contrário eu ficaria preocupada com a missão do meus respectivo no casamento dos amigos deles.

Daí que me convidaram pra madrinha de um casamento. Vou omitir quem e quando. O caso é que não me sinto à vontade com esse papel, por vários motivos que eu poderia enumerar.

Um deles é que eu não conheço bem uma das partes desse casamento e pra mim, madrinha ou padrinho deveria ser uma pessoa que apóia o casamento. Como eu posso apoiar um casamento entre pessoas que eu não conheço direito? Tudo bem que um deles eu conheço até demais e eu poderia ficar feliz só pelo fato dessa pessoa ser feliz. O caso é que por eu gostar muito dessa pessoa, me preocupo com ela a ponto de fazer inúmeras perguntas e uma delas é "essa outra pessoa fará bem a ela?"

Outra, parece que eu serei madrinha por ser respectiva do meu namorado. Portanto, isso me daria papel de figurante. Sendo eu figurante, deveria receber cachê, afinal, prometi a mim mesma que eu não trabalharia de graça pra mais ninguém.

Já pûs meu cargo à disposição dos noivos, disse que se eles quisessem, que chamassem outra pessoa no meu lugar, mas eles deram a impressão que eu era pessoa indispensável. Por quê? Então.... vou deixar aqui um espaço pra que vc que me lê complete com um motivo, pq sinceramente, eu desconheço o motivo pelo qual eu sou indispensável.

Ambos são da opinião que eu falo muito, desnecessarimente e que eu não chego a lugar nenhum com meus assuntos. Sim, eles já disseram isso na minha frente e na frente de uma pessoa que eu estava conhecendo, em um primeiro encontro. Coisa que além de me deixar constrangida, me deixou triste por motivos que vou omitir aqui, mas que tem a ver com uma das partes que nunca se importou das minhas "conversas que não chegam a lugar nenhum" quando o leite derramou pro lado dele.

Voltando ao primeiro parágrafo deste post, como eu poderia zelar pelo casamento das pessoas que me chamaram pra ser madrinha, sendo que um não é aberto ao diálogo quando temos algo que contrarie suas vontades e convicções e outro que suspira e levanta os olhinhos (fazendo cara de enfado) cada vez que eu abro a boca e digo coisas simples como um "parece que vai chover"?

Estou errada em me perguntar qual meu papel neste casamento? Estou errada em pensar e sentir tudo o que falei? Se estiver, por favor, me digam. Pq está me deixando muito triste este assunto, uma vez que eu tenho muitos defeitos, mas não sei ser hipócrita.

Está me sufocando já.

TRÂNSITO

Quando fui na mnhã de domingo pra Barueri, vimos 3 acidentes de carros acabadinhos de acontecer. Pelo visto, muita gente chegando bêbada da balada, imprudência e sono.

Na madrugada de domingo pra segunda, chamaram o namorado pra uma cesárea de emergência... Não sei onde vcs moram, mas neste exato momento, o mundo caía em Pinheiros. Ventava tanto que a impressão que eu tinha era que as venezianas iriam embora pra nunca mais voltar.

Do telefonema que ele recebeu, até ele retornar, não consegui dormir.

Na segunda, pela manhã, retornando pro Tatuapé, flagrei um acidente, do lado do muro do cemitério da Consolação:

O cara cruzou a pista e conseguiu encaixar o carro entre árvore e o muro. Por quê? Seria a chuva a culpada? O carro com alguma falha mecânica? O sono? Imprudência?

Não sei, só sei que isso me assusta demais.

CONVERSAS NO MSN

Substitua "Alexandre" por André, meu querido sobrinho que tem verdadeira fascinação por grandes conquistadores da história:

(...)

Débora, diz:
a tia quer te pedir desculpas por não ter falado com vc esses dias

Alexandre, diz:
tudo bem, sei que não foi por mal

Débora, diz:
a tia está estudando pra que um dia vc tenha muito orgulho dela

Alexandre, diz:
mas tia, eu já tenho orgulho de ti, pq és minha tia e és muito fofa.

(...)

Fofa=gíria em Portugal para "querida", "linda"....

E eu, chorei..... sim, eu sou boba.