14 de jan de 2008

O TELEFONE TOCOU

e fiquei sabendo que ao invés de sair no sábado, teria que adiantar tudo na sexta mesmo. Não deu tempo nem de falar com as pessoas que eu falo e gosto, e me aprontei o quanto antes.

Correu tudo certo, consegui entre outras coisas ter um tempo de dormir assistir televisão. Até que acompanhei algumas coisas interessantes.

Sábado a "pastelaria" funcionou a pleno vapor e me empanturrei de mais pastéizinhos. Vai ser difícil ser disciplinada assim....
Depois, seguimos pra um aniversário de um amigo, que, graças ao esforços dos pais dele, puderam lhe dar uma ótima educação. Por sua vez, seu esforço, fez com que ele, entre outras coisas que conquistou, more em um zona bem rica da nossa Sampa, em um apê/loft dos mais requintados.

Curiosamente, do lado de um conjunto habitacional:




Só hoje, quando tirei a foto da câmera, pude ver a legenda de "Moradia pra todos". Tirei essa foto enquanto o carro seguia seu rumo (que por sinal o trânsito no sábado estava infernal).

E, andando pela cidade de Sampa, vi umas caixas gigantes de metal, parecendo vagões de trem, ou ainda, um contêiner, que marcava habitat. com.

Pesquisei e não encontrei nada. Quero ver do que se trata.
O número de animais mortos, esmagados nas grandes avenidas, me assustou. Até urubu atropelado eu vi esse fds.

Tá certo que choveu muito no sábado, tudo ficou atrapalhado. Mas sei lá, achei o sábado um dia estranho.

Domingo acordei e tive um luxo: assisti o Charlie Brown, na cama, enrolada e abraçada com o respectivo. Era o episódio em que a Lucy na sua banquinha de "piscóloga", resolve se tornar "juíza" pra resolver uma pendenga entre a Celie e o Woodstock.

Outro dia li na folha de Sampa, uma entrevista do biógrafo do criador do Snoopy. ele dizia que a Lucy era a ex-mulher do CHARLES M. SCHULZ . Fiquei com vontade de ler essa biografia que conta entre outras coisas, o que aqueles episódios mais marcantes, como o dia que o Lino fica esperando a Grande Abóbora aparecer, o episódio do Dia dos Namorados e o inigualável episódio do Haloween (e eu, uma pedra....) tem co-relação com o que estava rolando na vida do autor.

se não fosse pedir muito, gostaria de ganhar esse livro no aniversário. Fica pra aquela lista de coisas a fazer pra depois que a vida se resolver de fato.
Curioso que, esse desenho eu adorava quando criança, mesmo não entendendo a complexidade dos assuntos expostos.

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