13 de fev. de 2008

MEU ANIVERSÁRIO

é hoje.... 31 anos. Isso mesmo, ímpar. Agora já sou uma pessoa de 30 e poucos anos. Mas, como eu tenho coisas importantes pra me preocupar, eu não posso me dar ao luxo de surtar por causa da idade.



Escolhi essa foto por um motivo simples: não tenho scanner pra botar aqui as fotos de outros carnavais aniversários.

Algumas coisas a se considerar nessa foto:

  • Essa moça com uma criança no colo, é a minha mãe. Dizem que eu estou a cara da minha mãe. Espero que isso seja um elogio.
  • Meu pai, não é esse senhor que estou no colo. Esse é o "primo Zé", marido de uma prima do meu pai, que era legal à beça comigo. Meu pai, foi quem tirou a foto. Como a imagem dele é subjetiva e observadora, acredito que hoje, o ponto de vista dele em relação ao meu aniversário é a mesma: observando.
  • Meu irmão, é quem está no colo da minha mãe. Curioso é que hoje, ele tem uma filha da mesma idade. Logo esse ano, tem um bebê no meu aniversário.
  • Minha irmã, estava na cozinha nessa hora da foto. Como sempre, no staff, cuidando das coisas. Mal sabia ela que depois, na profissão dela, ela teria que fazer muitos arranjos de pessoas VIP sentandas ao lado de outras bem menos VIP.
  • Estava frio, pq em Portugal nessa época, é frio pra dedéu. Hoje, aqui em Sampa, o dia é friozinho. Parece começo de Outono.
  • Detesto essa careta de macaca tentando soprar a vela do bolo. Garanto que tenho fotos mais bonitinhas da infância.

Assim como o resto das coisas que estão em standby, meu niver não está sendo assim aquele dia especial. A não ser pelas homenagens carinhosas e verdadeiras que recebi até o momento. E são de gente que me falam as mesmas coisas, nos momentos que eu mais preciso ouvir. Por isso julgo verdadeiro. Minha mana fez uma, que me me fez chorar de emoção alegrou o coração.

Agradeço mesmo a todos, que torcem por mim nesta época tão difícil mas de tanto aprendizado que tenho tido. Definitivamente, quando tudo isto passar, terei ideais de vida muito maiores dos que eu tinha e as minhas prioridades serão muito melhores.

Agradecida!

RECEBIDO POR E-MAIL

pela Lud.

Alguns podem dizer que é velho e que já fizeram. Recebi ontem portanto é novo pra mim.


TESTE DO ORGASMO MASC E FEM:
1º Faça o da mulher
2º Depois o do homen

CLIQUE AQUI E VEJA OS RESULTADOS

Muito bom, Lud !

12 de fev. de 2008

TENTATIVA


Meus caros: este é o potencializador de sombra, do Boticário.

O escolhi pra presente, pra fazer mais uma tentativa de conseguir passar lápis ou delineador e estes não borrarem meus olhos. Como eu os passo nas pálpebras, faço essa tentativa, pq eu acho muito lindo usar maquiagem nos olhos.

Os meus olhos como são pequenos e me dão a aparência de um chimpanzé e nada como escurecer os cantos deles pra fazer um olhar marcante. Porém, na metade do dia, mesmo eu não coçando os olhos, lá eles estão borrados.....

Espero mesmo que funcione, senão este produto estará fadado a ficar junto com as sombras que só uso quando tenho uma cerimônia que as pessoas olham pra mim com mais "reparo". ou quando resolvo me fantasiar de drag queen Daí se der certo, conto aqui pra vocês.

O BOM GOSTO DE GASPARETTO

Apesar de muito criticado, eu gosto do Luiz Gasparetto. São vários os motivos, mas hoje quero falar sobre o gosto dele pela arte. Não estou falando sobre a pintura mediúnica fantástica que ele faz, estou falando sobre o bom gosto mesmo. Quem o vê falar, ou repara nas roupas modernas dele, nas atitudes arrojadas, não imagina que o cara é tão chegado em arte clássica.

Há algum tempo, eu vi na TV um programa que uma invejosa apresentadora apresentadora ía "visitá-lo" e mostrava a casa dele. A casa era um sonho de infância dele: ele passava todos os dias em frente quando criança e desejava morar em uma casa parecida com essa que ele via.

E, coisas do destino, ele comprou a casa que ele "namorou" na infância toda. Detalhe: a casa estava um caco. Quase foi demolida pra ser vendido apenas o terreno. Ele podia ter feito como o resto de apresentadores de tevês, novos-ricos-cafonas-bregas-da-silva as outras pessoas que tem grana e ter comprado uma mega mansão em Alphaville. Porém, ele preferiu gastar (julgo eu) o triplo pra restaurar o casarão e trazer peças de mobiliário que combinassem com o estilo mourisco da casa.

Domingo, pude passar em frente, de carro e tirei essas fotos, que apesar de não ser como eu gostaria, já dá pra ter uma idéia:



Conclusão: ele reformou a casa toda, tem peças lindas lá dentro e fez com que a casa se tornasse patrimônio histórico e tombado. Muita generosidade da parte dele. Muito carinho pela cidade e pela arte.

Aqui, tem um pouco da história dessa casa.

Ó, Gaspa: adorei sua casa. Quando puder, me chama que eu levo uma broa pra gente comer no café da tarde, ok?

PASSEIO MEIO TÉTRICO

Quando fui visitar o Museu Paulista (Museu do Ipiranga), minha mana já tinha me falado sobre o Museu da Usp ao lado. Tentamos ir várias vezes lá, incluindo o último Carnaval, porém só esse último fds que deu certo.

E seguimos até lá. Muito barato entrar. Mesmo assim, usei da minha carteira de estudante e ainda paguei menos. O prédio é lindo. Foi reformado há pouco tempo:


Vista de dentro pra fora.

O acervo do museu, são animais que morreram em cativeiro, oriundos de zoológicos ou de abrigos. Porém, vê-los empalhados, é uma visão meio tétrica. A gente pensa que é boneco e não é: é um animal morto. Taxidermia é uma técnica bem interessante. Minha mente viaja com as possibilidades que a taxidermia poderia proporcionar se não fossem consideradas anti-éticas.

Lá, vc se surpreende com as coisas lindas que a Natureza nos oferece:




Não parecem que são pintadas à mão?

Aqui, um tigre dente-de-sabre, que existia com fartura nos nossos territórios.


Eles montam uma cenografia bem especial. Não há criança que não adore ver dinossauros.

Agora, começam os animais taxidermizados:

Mamãe tamanduá-bandeira e seu baby.


Várias aves. A que eu mais gostei é a cor-de-rosa. Custa crer que não tingiram as penas.

No átrio, que fica bem na entrada, vc tem um esqueleto de dinossauro, mas me chamaram a atenção, esses painéis nas paredes, cada um com um animal brasileiro diferente.


Vitrais lindos...


Aqui o átrio visto de cima:

Foi um passeio bem legal. Tinha muita criança empolgada.

Há muitas espécies lá e eu me pergunto pq as nossas aulas de ciências e biologia, nunca fizeram sequer sugestão, que nós fossemos lá. Levar a gente lá, já seria pedir muito, mas que os nossos professores ao menos, sugerissem o passeio pra se fazer em família.

Agora pro playcenter e hopi hari, as escolas podem e incentivam os alunos a ir, não é?

Aqui o site do Museu.

PASSEIOS DO FDS

quase no final do Domingo, fomos até o Museu Histórico da Imigração Japonesa, que fica no bairro da Liberdade. por que será?

O museu é lindo, mistura as antiguidades ao ambiente que é super haigui téqui. Fico emocionada com a história de qualquer imigrante. Isso pq eu já fui uma (eheheheh) e entendo bem, o que é chegar em um país todo estranho. Mas, pra essa gente atravessar meses em cima do mar, com todo o tipo de gente no navio, sem ter bem certeza pra onde vai e fazer o quê..... mostra a determinação que essas pessoas tinham. A fé.

De tudo o que eu vi na expô (e que não podia fotografar), o que mais me emocionou de verdade, foi a réplica da cabana dos imigrantes. Sempre ouvia a Wiesko ( que era uma vizinha minha polonesa, imigrante da mesma época) contar sobre a "casa" que ela vivia com penca de filhos.

Ouvir essas experiências, é totalmente diferente de ver, estar "dentro" de uma:




Saber que em um ambiente tão precário, tão desconfortável, as pessoas ainda assim se sentiam felizes, mostra o quanto eu ainda sou apegada aos bens materiais. Achar que preciso de certas coisas pra garantir a minha felicidade. Embora eu não seja da turma que acredita que "onde falta o pão, acaba o amor".

Também tem fotos de noivas que vieram "importadas" do Japão pra que os japoneses pudessem se casar. Lembro do tio do meu respectivo, contar que as mulheres dessa época, quando chegavam aqui, não queriam se casar com os japas, pq eles eram pretos. Pretos de ficar no sol tropical.....logo não eram os branquinhos-amarelos seriam beges-claros? que elas estavam acostumadas a ver no seu país.

Uma foto me chamou atenção: um casamento de um japa com uma neguinha-tição afrobrasileira, de tez bem escura. Imagino quantas dificuldades os dois tiveram. Quantos costumes tiveram que se adaptar. (Se bem que imagino que a noiva é quem teve que se adaptar)

Entendo pq esses japoneses se fecharam tanto em seus costumes. Há quem diga que o japonês do Japão é muito mais liberal que os que aqui ficaram. Dizem que há japoneses que vem pra cá pra saber dos costumes que no Japão não se celebram mais. Nós que não somos da raça, por vezes achamos estranho. Mas tudo é uma questão de usar de empatia.

A visita no museu, pra mim, foi bem impactante, porém, muito emocionante. Teria sido eu, em tempos remotos, um japa? Vai saber.......

11 de fev. de 2008

GRANDE PARTE DE CULPA

de eu gostar muito de jazz, música instrumental e clássica; é dos desenhos animados.

Pantera cor de rosa e o Charlie Brown, são os tops da lista de desenhos com músicas que até hoje, se eu pudesse, escutaria todo dia.

Hoje, eu consegui um programa da rádio Uol, das maiorias das músicas do Charlie Brown e uma pequena biografia do compositor delas.
Se eu descobrir como transformá-las (e se for possível) pra colocar no meu celular... oh, grória!!!!


Aqui, a matéria que eu falei.

8 de fev. de 2008

ALGUNS AMIGOS VÃO CONCORDAR

mas sabe que se tem uma coisa irritante pra mim, são aqueles carros com adesivos "propriedade de Jesus".

Pq assim, se vc tem um adesivo desse na tentativa de não ter seu carro roubado, saiba que o ladrão se tivesse consideração por Jesus, não seria um assaltante. Em geral, alguns até rezam antes de assaltar. Mas a fé deles não os impede de não roubar.

Depois, JC era um cara que dizia "abandona seus bens materiais e sê meu seguidor", logo, ele pouco tá se fodendo liga se vc tem carro ou não, pq ele quando vivo andava no máximo, em cima de uma mula. Então, na boa, carro pra ele é um bem material que com certeza se tivesse na época dele (imagina que beleza de pregação usando um jipe nas estradas de Samaria), ele pediria que vc vendesse o carro e seguisse à pé o caminho da vida simples dele.

Ok, daí seu carro é propriedade de Jesus. Quem paga o IPVA e o seguro? Ele? Se vc toma multa, os pontos vão pra qual carteira de habilitação? Sua ou dele? Logo, todos nós sabemos que o carro não é dele não senhor.

Daí hoje vejo este adesivo:



então tem gente que pensa como eu!!!!!

Ahahahahahaa.

"Oh, Glória!", foi O toque.

7 de fev. de 2008

HOJE QUANDO ACORDEI

senti a maior preguiça: juntando o fato desses dias todos ter dormido a mais, bagunçando assim meu relógio biológico, chovia bem....

Mesmo assim, me levantei e fui pra aula. Chegando lá, simplesmente o funcionário que deveria abrir a escola, faltou. Ficamos todos, incluindo a professora, uma hora e meia lá fora, na garoa. Valeu pelo papo.

E a aula correu normalmente. Hoje, fico devendo as pérolas do dia. Não houve.

Nhááá.

YES, NÓS TEMOS PASTA

quando meu respectivo comprou o cilindro pra fazer massa de pastel, achei que a coisa ía durar tanto quanto a "novidade" de saber fazer pastel. Fogo de palha. Mas não, a coisa foi avançando... Então, mãos à obra e vamos fazer massa pra macarrão e etecéteras.

Aqui o começo de tudo: passando a massa várias vezes pelo cilindro. Ah, a massa foi sovada previamente na máquina de pão que meu cunhado ganhou e brincou com ela usou por uma semana.



Depois corta-se em vários fios, e cozinha igual ao macarrão que vc compra no mercado e

Tcharááán:


Talharim ao molho vermelho de cebolinha e cogumelos:

A salsinha, foi o toque bicha estético do prato, mas que deu toda a graça. A massa, deliciosa. O molho, maravilhoso e os dois juntos então, acompanhados com um vinho tinto chileno, foi o suficiente pra que eu me sentisse uma verdadeira jibóia depois da refeição.

Mas, como a sobremesa era sorvete de chocolate, eu fiz um grande esforço em comer mais um pouco.

No dia seguinte, com a massa cortada em outro formato, fizemos lasanha de dois queijos: mussarela e gorgonzola. Não fotografei, pq seria muita maldade com vocês e comigo, que só de ver as fotos, sinto fome novamente.

Resumindo: o cilindro pra massas, já ganhou minha simpatia, definitivamente.

IBIRAPUERA, EMOÇÕES E QUASE UM FURO

E era Segunda de Carnaval...
Resolvemos depois de vir pra cá, pro Tatuapé, resolver as pendengas da minha internet, ir pra um Petshop que soubemos que seria revolucionário. Digamos que eu vou suprimir o que era, pq assim fica fácil de vc localizá-lo. Logo, como eu não tenho NENHUM elogio ao estabelecimento, deixa pra lá qualquer tipo de divulgação. Digamos que não é nada legal vc ter animais silvestres em exposição pra crianças e adultos histéricos ficarem tocando. Mas claro, o dono do pet faz isso pq ele "adora e protege" animais.

Anyway. Saímos de lá dispostos então a nos divertir como bons nerds que somos de verdade e sugeri que fossemos pro Museu de Zoologia, ao lado do Museu Paulista. Mas, era segunda e nada cultural estava aberto. Mesmo assim, eu teimei e obriguei meu namorado sugeri que fossemos até o Ibira ver duas exposições.

O tempo, aquele cocô. Friozinho. Mesmo assim fomos. Pagamos cartão pra pôr no carro, de zona azul, pq dentro do Ibira era obrigatório em feriados. E seguimos pros pavihões. Mam? Fechado. Mac? Fechado. Pavihão Afro? Fechado. Planetário, Casa japonesa.... fechado, fechado, e tudo fechado .....

O jeito foi andar pelo parque:







Casais fofos e amorosos, me dão náuseas:

"ai bizunzinhu, amo voxê....." Ecaaaaaaa

Por incrença que parível, uma das margens bem bonitinha:


Pessoas descobrindo que gansos e patos não são criaturas ameaçadoras:


Depois de muito andar e ficar com mais preguiça, decidimos ir pra casa. Eis que quase surge meu primeiro furo "blog-jornalístico". Andando pela avenida, a caminhonete que estava na nossa frente, perdeu um pneu.

Isso.... a roda e o pneu, desprenderam-se do eixo e o carro ficou soltando aquelas fagulhazinhas que nem bombinha de são joão e o pneu seguiu caminho:

Aqui ele quicando:


Quase chegando no monumento do Brecheret e subindo no mesmo como os baianos candangos sem educação turistas fazem:


Lá ao fundo, a caminhonete imóvel.

Se eu fosse o cara, uma hora dessas eu tava rindo de nervoso, ou xingando alguém. (nessa hora eu com certeza teria um "culpado" na ponta da língua pra xingar)

Foi engraçado, apesar de ser uma situação nada cômica. A sorte é que não tinham tantos carros como de costume e o pneu conseguiu seguir seu caminho sem esbarrar em ninguém nem em algum carro na avenida.

Pra quem achava que na segunda, feriado morto da silva, não teria nada de diferente, tá aí a prova que sim: a vida te surpreende com as coisas mais bestas só pra vc ter o que contar no seu blog.

6 de fev. de 2008

COMPLICADO DE FOTOGRAFAR EM SAMPA

entre outras coisas que eu tinha "programado" pra o Carnaval, seria ir em algumas exposições. Mas, como o meu humor não estava lá ajudando muito e fiquei sem net pra ver horários, dias e etc; fui arriscando.

Em uma dessas tentativas, tentando ir pro Sesi, aproveitamos o descuido de passar em frente e não parar e fizemos algo que o namorado queria há tempos: colocar em dia a vacinação de raiva dele. Como veterinário, isso é muito importante. Sendo ele meu namorado, vacinar-se contra a raiva, é uma precaução mais que pertinente.

Descemos no Instituto Pasteur e fomos bem atendidos pra uma Terça de Carnaval. Porém, enquanto eu o esperava tirar sangue, reparei nas portas e janelas que eram lindas. Como eu sou escolada, perguntei pra o segurança se eu podia fotografar. Ele pediu que eu falasse com "a mulher" que era a enfermeira. Ela por sua vez, disse que não via problemas fotografar, "afinal era patrimônio público e era muito bonito". Mas assim mesmo, ela achou melhor falar com não sei quem que além de não me autorizar, disse que se eu tivesse tanta vontade assim de fotografar, que eu fosse outro dia e pedisse órdi pra o diretor-geral.

A enfermeira ainda me disse: "vc quis bancar a honesta e olha só no que deu. Da próxima vez, vc vem, fotografa e não pergunta pra ninguém".

Daí saímos de lá. Namorado estampando linda coloração amarelo-verde pré-ânsia por ter tirado sangue e coisa e tal, mas feliz pq lá, diferente de outros lugares, fazem exames antes tacar vacina.

Fomos então até o Sesi pra ver a expô do Lasar Segall. Lindaaaaaaaaa.

150 obras de todas as fases. Explicações ao lado dos quadros. Belamente colocadas as obras em uma verdadeira linha do tempo. Foi emocionante. Cada dia mais, eu sinto vontade de ter vivido a Semana Modernista. E até entendo pq não deixaram fotografar a exposição.

Porém......




Estava saindo e resolvi fotografar a entrada e ouço um "epa, epa, epa" era o Juvenal Antena. "Senhora, não pode fotografar a entrada, senão complica pra gente", disse um dos seguranças

Pera aí: foto da entrada.... da porta..... do pôster, que milhões de pessoas na Paulista olham todos os dias.
Resolvi dizer um "ops, desculpa, não sabia" E aquele velho "o senhor quer que eu apague da máquina?", nem me passou pela cabeça dizer. Deixa pra lá. Daqui pra frente, só se me exigirem

Serviço da linda exposição:
Segall Realista
Quando: seg., das 11h às 20h; de ter. a sáb., das 10h às 20h; dom., das 10h às 19h; até 16/3
Onde: Galeria de Arte do Sesi (av. Paulista, 1.313, tel. 3146-7405)
Quanto: entrada franca

CONSIDERANDO

que a Quinta continuou naquela toada, cheguei aqui e fiquei sem net das 15:00 às 09:00... da Segunda feira seguinte.

Isso mesmo, meus caros: de quinta à segunda.

Considerando que na Quinta fiquei até meia noite tentando resolver o problema e sendo ofendida de todas as maneiras possíveis, vi que não tinha jeito a não ser reclamar com as pessoas certas nos lugares certos.

Esse capítulo, deixo pra contar depois. Resolvi então usar o meu tempo da melhor maneira que fosse possível. E eu o fiz. Não entro em detalhes, mas sei que fiz uma coisa que imaginei ser impossível de concluir. Tive a ajuda de uma amiga querida, que ainda por cima, teve a delicadeza de me trazer uma mousse de chocolate branco e preto.

E quase estou assumindo nova empreitada.

QUINTA FEIRA, PADRÕES ENERGÉTICOS

por motivos que não sinto vontade de explicar mais detalhadamente, Quinta-Feira, sempre é um dia difícil de viver.

Mas eu vivo assim mesmo.

Na quinta passada, no meu curso, logo de manhã tive um pequeno dissabor: em uma das aulas, a minha colega "suíça", fez um comentário bem ostensivo à minha pessoa, dizendo "que não entende como é que pessoas que sabem tanto, estão no mesmo lugar que ela que não sabe nada e que vai sugerir à escola, que faça salas especiais pra pessoas que sabem muito".

Levei na brincadeira, afinal, uma crítica feita por alguém alfabetizado é que me faria ficar chateada. Pra ela, nos padrões que ela tem, o errado é eu "saber demais" e não ela, saber de menos.

Ainda brinquei com o colega do lado "ih, tão querendo me botar pra fora" e ele, brincando disse bem alto: "ih, fulana, vc quer que eu saia da sala então?" Não precisa dizer que tudo virou motivo de piada e ela deve ter ficado bem mais puta da vida comigo....

Enfim, considerando que eu nunca banquei a sábia e que sempre ajudei os outros na medida do meu "saber", a ponto da colega suíça ter em mãos uma apostila que só foi possível pq passei pra uma amiga dela por meio de e-mail, eu resolvi continuar levando na esportiva e deixei pra lá.

Na hora do intervalo, alguma das colegas deve ter falado com ela, pq ela tentou a todo custo fazer algum comentário sobre a sala..... a ponto de soltar mais uma pérola:

na sala ao lado da nossa, alguém estava arrumando alguma coisa e usaram cola de sapateiro. A professora fechou pra tentar não vir o cheiro e pediu que um colega respondesse uma das questões e ele disse "professora, deixa a sala com a porta aberta que talvez entorpecido, eu consiga resolver a questão". Daí minha cálega soltou: NOSSA, ESSA SALA É BEM VERSÁTIL!

Ver.sá.til
adj. Que se move facilmente; que está em movimento. / Propenso à mudança; volúvel, inconstante, mudável.

Ou seja, na cabeça de melão dela, a sala é algo que se adapta. Talvez ela tivesse vontade de dizer eclética. Mas sabe como é, nem toda a novela fala eclético.

Na Sexta seguinte, ela faltou e perguntaram pras amigas dela, se sabiam do paradeiro dela. Disseram que ela foi resolver problemas e coisa e tal. Lamentei. De verdade. Afinal, quantas pérolas mais ela podia soltar e alegrar o meu dia?

4 de fev. de 2008

DIFERENÇA ENTRE ATIVO E PASSIVO

Pois eu conheci a diferença entre ativo e passivo: tive um problema sério de internet, com a TVA.

Eles não podiam me ligar pra resolver meu problema "pq o setor técnico, é um setor passivo, não faz ligações para o cliente".

Então, ligue pra lá quando o serviço deles retornar e os mande tomar no cú. Afinal, como passivos que são, eles devem até curtir.


P.S.:"Volto depois, quando a raiva passar de vez. Fiz queixas na ANATEL e o Procon, pq eu nunca fui tão desrespeitada na minha vida."

30 de jan. de 2008

FALANDO EM PROFESSOR:

professores assim, vc não ía esquecer nunca das aulas:




Prof Gilmar, é 10!
"Lavar as calcinhas das macnicôma"

SONHOS BIZARROS

curiosos os mecanismos do inconsciente e das emoções.

Essa noite sonhei que a minha mãe se casou com o Roberto Justus. (considerando o perfil de mulher que ele escolhe pra ser esposa, minha mãe teria com ele a chance de uma em um bilhão disso acontecer.)

Daí que o Robertão afinal ele é meu padrasto licenciou um tipo de material diferente pra fazer canecas de café. Era bem estiloso, em um material parecido com o plástico que dava uma sensação táctil agradável pra quem segurasse.

Eu entrei nisso: na execução dos desenhos mais modernos, descolados e coloridos das canecas. Daí fui morar no interior, perto da fábrica e ganhava muito bem....

Tipo, na vida real, eu não sei pintar e desenho pouco mais que "homens-palitos". Tenho bom gosto, isso lá é uma verdade. Mas looonge de eu ser desáiner. Acho que rolou um certo nepotismo nessa empresa das canecas.

Curti pq pelo menos eu estava mexendo em um mundo bem colorido e que as pessoas íam olhar com atenção pra escolher alguma caneca que tocasse o gosto pessoal. Fora que eu ganhava bem, já contei isso, né?

Daí fui pra aula hoje e o professor explicando sobre demissão, disse que "as demissões não eram tão fáceis como o Roberto Justus faz no programa dele".....

sinistro......

SOBRE SAMPA

e tantas reclamações que eu tenho sobre o lixo (e vcs devem tar cansados de eu bater sempre na mesma tecla)....

Aqui está o que eu sempre falei.

29 de jan. de 2008

JOGUINHOS DA INFÂNCIA

Eu fui uma das primeiras garotas da rua a ganhar um videogame. Adorava. Aliás, era difícil conseguir "vaga" pra jogar em casa, pq todos gostam de jogar videogame.

Mas era um bom sossega-leão pra que os pais da gente conseguissem tudo o que eles queriam que a gente fizesse ou obedecesse. Dias de chuva, eram bem aproveitados na frente do videogame.

Tinha uma locadora de filme e games perto de casa. Estamos falando de 1987, Atari. Pouco antes dela fechar, meu pai em véspera de feriado, alugou uma porrada de cartuchos. Entre eles, tinha um com o nome de X-Man.

Lógico que meu pai alugou com a melhor das intenções. "X-man, igual do gibi", disse ele pro meu irmão que na época contava 5 anos de idade. Não fosse o fato da grafia ser diferente, o jogo podia ser mesmo igual dos mutantes do gibi.

Descobrimos da pior forma possível que não era o mesmo tema: minha mãe foi jogar com a gente e como era o joguinho que o meu irmão menor queria jogar, ela pôs primeiro depois ela vem dizer que nunca fez diferença entre os filhos, meu ovo que não!

E o que vimos foi ISSO.

Depois, seguiu-se um tradicional rol de "qualidades" que meu pai tinha" discurso moralista da minha mãe sobre os cuidados que meu pai deveria ter ao alugar coisas pra gente. Duvido que ela, como aquele "maravilhoso" inglês, consegueria ver diferença tb.

Gente, na pior das hipóteses, quando essas coisa acontecem, culpem os estranhos, não os de casa. Afinal, a culpa foi do cara da locadora, que podia ter dado um toque discreto pro meu pai.

Agora eu posso jogar! Já sou grandinha.....ehehehehehe.

GELADA, MOLHADA E NÃO É CERVEJA

sou eu mesma. Hoje demorei pra sair pro curso, pq chovia demais. Sabe quando vc fica esperando a chuva passar pra sair .... e ela não passa? Exatamente! Eu saí atrasada e acabei pegando toda a chuva que eu gostaria de ter evitado.

Cheguei no curso, era professor novo. E ele se parece muito com o meu vizinho mentiroso. Diria que ele é meu vizinho mentiroso no paralelo, pq ele ao contrário do vizinho, é uma pessoa bem sucedida. Manja, realidade paralela? Ele é a realidade paralela do meu vizinho Forrest Gump.

Enfim, eu escuto a aula dele e fico duvidando que as coisas que ele diga sejam verdadeiras. Ahahahaha. É a força da mente viciada. Mas o cara é muito bom, a ponto de não me deixar interromper a aula e nem a minha "colega suíça" consegue falar. (o que é uma pena, afinal, eu perco as oportunidade de escutar ótimas pérolas)

Veio bem a calhar pra esses dias de chuva, o presente que ganhei ontem da minha cunhada:




Uma bolsa muderna do jeito que as pessoas mais descoladas estão usando. Legal pq ela é impermeável, é cheia de bolsos e além de tudo é em uma cor não muito convencional. Adorei! Incrível que mesmo nas épocas mais durangas da minha vida, sempre ganho umas coisinhas pra que eu não me sinta tão deslocada em relação às modernetes.