10 de jan. de 2008

LINDO DE EMOCIONAR

eu pelo menos fiquei emocionada

ASSUNTANDO

E assim começou o dia: eu com o maior sono e tendo que sair da cama. Hoje especialmente, estava mais difícil levantar. Programei uma roupa pra usar hoje (afinal, ultimamente estou mais sociável e vejo mais pessoas) e quando acordei, desisti. Mais tarde me arrependi de não ter seguido a programação.

Lá fui eu rumo ao meu destino e mostro pra vcs agora o que o Gilberto pouco Sab(e) Kassab anda aprontando:




Medo de fotografar na rua vazia... Aliás, ô horário pra ter gente de outro mundo feia circulando....

Agora notem que esta é a rua de principal acesso ao meu querido bairro e a "limpeza" é algo notável:



Imagina sem calçada pela Tuiuti, andando pela rua mesmo, disputando espaço com duas faixas de carros, ônibus e motoqueiros......

E assim a vida seguiu. Sei que outras visões dantescas eu ainda hei de presenciar durante essas obras.
Mais tarde, um dos remanescentes clientes me entregou uns cds que mais foram emprestados que alugados e dei graças a Deus por estar mudando de vida. Afinal, mesmo com tudo mirradinho, as pessoas não querem bancar pela sua diversão. É essa a conclusão que eu chego.

Mas também, se as pessoas não estão dando a cara à tapa pra se relacionar de verdade com outras pessoas, se as pessoas não querem mais animaizinhos de estimação "pq um dia eles morrem e vc sofre muito", se elas querem entrar pra um serviço voluntário pq é maior legal "mas um que não seja cansativo", o que vc pode esperar MESMO do seres humanos?

Anyway, voltando....

Estou pensando em mandar um daqueles meus e-mails fofinhos pra prefeitura de São Paulo, remetida diretamente ao nosso solteirão mais carola que eu conheço mais bizarro que comanda nossa prefeitura e sugerir que ele se comprometa a fazer uma cidade limpa começando pelas varrições de ruas e autuações de camelôs e transeuntes que jogam lixo no chão.

Pensa bem: a prefeitura arrecadaria mais dinheiro, geraria empregos (funcionários públicos fiscalizadores) e a população aprenderia com o seu órgão mais sensível (bolso) a se educar.

Antes de vc me falar assim "mas será que o fiscal não fará vista grosssa?", quero contar mais um episódio da minha vida bizarra:

Estava eu saindo de um lugar que não te interessa não faz diferença em saber e um guardador de carros, íntimo de um gari, pegou a vassoura e foi varrer a sarjeta e a calçada, "pra que meus clientes fiquem no limpinho". O gari, rapidamente pegou a vassoura e pediu que ele parasse com a brincadeira, afinal quem estava na fiscalização era um tal de Moreira, ou Ferreira, ou Macieira; não lembro.

Segundo o gari, "esse chefe aí é foda, faz a gente varrer ATÉ a calçada, quer tudo bem limpinho".(note que o serviço dos garis, seria varrer as ruas, mas pelo jeito é só varrer as sarjetas)

Meu, fiquei muito curiosa pra conhecer o tal chefe e esperei por mais alguns momentos pra conversar com ele. Pena que ele não apareceu.

Gostaria muito de conhecer um sujeito que leva a sério demais o seu serviço e ainda: um serviço que é interminável e pouco valorizado pela grande maioria da população.

9 de jan. de 2008

TENHO VISTO

as coisas mais bizarras pelas ruas do meu bairro em apenas dois dias. Vcs nem fazem idéia. Entre elas, vale destacar a reforma completa e pelo jeito complexa das calçadas (coisas de ano eleitoral) e o episódio de uma galinha d'angola.

Mas quero contar tudo com calma e no momento eu não "tô podendo".

Sei que fiquei tão distraída que até esqueci de pagar uma conta hoje.

AHAHAHAHA MUITO BOM

esse aqui é pra quem joga isketch.




não, eu não sou nerd.

8 de jan. de 2008

AGRADECIMENTO


agradeço a todos que foram responsáveis por eu chegar em São Gotardo.
Agradeço a todos que foram tão pacientes comigo, com as minhas inúmeras perguntas e a minha curiosidade infantil sobre tudo.



Agradeço o carinho, a atenção, os mimos, os sorrisos, o calor humano que eu recebi de todos. Aos dias em que o sol foi celebrado, as estrelas contempladas , as frutas e os legumes saboreados como iguarias, que a nossa "pachamama" pôde nos presentear.

Afinal, tal qual mãe justa e abundante, a terra não abandona nunca seus filhos.

Faço agredecimento à toda a família Sekita, em especial ao odítchan e à obátchan, Seiji e Sueli, Tamio e Maria do Carmo, Deía, Tânia e Vinicius, Sergio, Hyassio, Renata, Edu; que foram as pessoas que mais conviví. Mas há tb os outros parentes que me receberam tão bem e com a promessa que nos conheceríamos melhor no futuro.

Que o sol e a chuva, possam sempre em equilíbrio abençoar sempre essa gente boa e trabalhadora; e que a Luz Maior nunca falte com suas bençãos de saúde, harmonia e amor sobre eles.

Obrigada e/ou arigatai!!!

ENCONTRO


Vocês tem idéia de quem é esse moço vestido de preto à esquerda?

Gente, é ele: O MITO!

E vou dizer que o cara além de tudo é humilde pq ele desconfia que tem talento,ainda não se deu conta.

SÁBADO

A Déia nos levou pra um banho de rio, que com o calor que fazia, veio bem a calhar:




Dessa vez me comportei direitinho: não caí, nem me machuquei e apenas fui picada em dois lugares. Água limpinha, com peixes e tudo....

Ainda, conseguimos flagrar este pequeno "twister":


Poeirão.....

ASSIM QUE CHEGAMOS

soubemos que na Sexta, seria dia de pastelada. Sueli, esposa de Seiji (que já falei aqui) foi quem ficou de fazer; e claro que eu e o respectivo, fomos ajudar.

A receita dela, está guardada com a gente, afinal, quem sabe ainda a "S & R Pastelaria" sái do papel? Ahahahahahaa.

Tudo começa amassando bem a massa com ingredientes e um truque:


Meu namorado botou a mão na massa mesmo, esta é uma foto de literalismo.



e lá vão as mãos habilidosas da tia Sueli, passar a massa pelo rolo:


Depois de preenchidos os pastéis:

Fritinhos na hora, sem aquele óleo rançoso com diesel dentro pra não queimar. Gente, tem noção do que é ficar uma tarde inteira comendo pastel? Do pastel que vc tivesse vontade....
Tia Sueli é uma santa mesmo! Haja paciência pra tantos pedidos....

E no intervalo entre um pastel e outro, lixía e romã....

Só de olhar a pastelada, me dá vontade de repetir a dose. Coisa de gordinha mesmo!

No final, depois que fomos ver a invasão dos traficantes na Portelinha e o arsenal espalhafatoso do Juvenal Antena em um faroeste tupiniquim de sentir vergonha alheia, a tia ainda pergunta se a gente queria que ela fizesse alguma coisa pra jantar.... é uma fofa, mesmo.

É UM TURISMO DIFERENTE, EU SEI....

mas tb não fomos fazer turismo. Ir à São Gotardo e não prestigiar o que a cidade tem de melhor, de progresso; a meu ver, seria como ir pra Itália e não ver a Fontana de Trevi ou o Coliseu.

E lá fomos nós rumo ao campo, sentir um pouquinho do quanto o trabalho no campo apesar de sofrido, é digno e bonito. Tive a sorte grande de conhecer um dos entrepostos que utiliza o que há de mais moderno na agricultura, que mais valoriza seus funcionários (dando inclusive a chance deles terem cotas das terras) e ainda o que eu julgo mais importante: o respeito ao solo, que tão graciosamente nos nutre. Neste entreposto, assim como em todos os outros do grupo, o uso de defensivos (agrotóxicos) é feito com muita parcimônia e consciência. Já está bem avançado o cultivo totalmente orgânico.

Aqui, a colheita da batata, logo após a máquina arrancá-las da terra, deixando mais fácil assim o trabalho do funcionário.



Esta é uma plantação de soja:


Aqui, a colheita da cenoura, logo após a máquina fazer o mesmo como a batata:


Conheci a plantação do milho e pude ver como que é aquela história que as pessoas da roça e mais velhas contam, que quando eram crianças e pobres não tinham boneca; daí improvisavam com o milho. Nunca entendia muito bem, como era esssa história, até que eu vi o milho antes de amadurecer, como eu vejo no mercado pra consumir:

Como bem observou a minha irmã, um flor tão singela a do milho e tão bonita ao mesmo tempo.
Que cor incrível.....

Aqui, um processo bem detalhista da produção. Raleando a cenoura.

E mesmo com trabalho tão duro que é, as pessoas ainda não perdem o carinho pelo trabalho, não perdem o capricho. Veja só que enfeitado (dentro do possível) a plaquinha de identificação da sequência que a funcionária tem pra fazer:


O trabalho é duro, arquear as costas, no calor intenso, tomando sol direto, a poeira tão próxima dos olhos e do nariz. Imagino o fim do dia....


E fomos atrás de lixía. Aqui, Seiji, meu mestre, tão paciente com a minha ignorância, tão atencioso que largou um dia de trabalho pra que eu, a verdadeira caipira, pudesse conhecer o trabalho do campo.

Será que tem lixía?


Será?


Pouca lixía, ou muita? Não sei.....



Sei que este é um porta-malas de uma Parati e, bom.... tirem suas conclusões.

Este passeio deu o que pensar, sabe? A gente escuta tanto sobre reforma agrária, uso de agrotóxicos, a ignorância e o anlfabetismo dos donos de campos, mas, pelo menos em São Gotardo foi outra realidade que vivenciei. Aliás, muito pelo contrário.

Claro que lá a coisa dá certo,porque entre outros fatores que eu podia enumerar, a educação desde criança que os donos desse grupo receberam, mas mais ainda: a não acomodação dos mesmos. Pelo que eu vi, sempre estão buscando novas técnicas agrícolas e tentando ser o mais auto-sustentável possível.

Me enchi de orgulho em saber, que pelo menos, em todo esse Brasilzão, ainda há gente que faz e faz muito bem feito.

O resto minha gente, é história: eu sentada entre gente boa (como já falei aqui) e me deliciando com baldes de lixía. Jogando conversa fora e comendo lixía....

DAÍ CHEGAMOS AO NOSSO DESTINO

e os dias que se seguiram, foram ótimos por várias decobertas boas. Mas mais marcados ainda pelo aconchego, carinho e atenção de pessoas boas, com luz por dentro. Gente boníssima, pra falar o mínimo.

Daqui pra frente, sigo em posts contando um pouquinho só do que passei por lá, resguardando sempre a intimidade de terceiros, como eu já tinha avisado.

Mas quero dizer que foram dias que será difícil, neste ano, ter dias melhores, em termos de viagem e conhecer gente que fez diferença pra mim. Que me fez esquecer um pouco da minha sociopatia....que me fez esquecer um pouco da corrupção de valores morais, familiares e tudo mais, aos quais vemos sempre e lamentamos.

DAÍ ANDAMOS PACAS

a região é muito bonita. E claro, pra quem é de Sampa como eu, qualquer verde impressiona. Mas, chegando em Araxá, meu respectivo que já conhecia o lugar, me avisou que eu talvez fosse ficar impressionada com o que viria.

Confesso que fiquei. Da estrada vc não vê nada, porém, quando vc chega em frente mesmo ao Grande Hotel de Araxá, a impressão que vc tem é que chegou a um verdadeiro oásis. A arquitetura impressiona, toda no estilo monções. O lugar é grande pacas.




E então, eu soube que iríamos aproveitar a passagem, pra tomar um banho de águas radioatiovas. Porém, a única proibiçãoressalva que o namorado fez, foi não tomar banho com água sulforosa. Achei frescura da parte dele, mas mais pra frente, agradeci.

Tudo super conservado de época, que foi inagurado em 1942 e até o Getúlio tava por lá. Mas sabe aqueles fatos recorrentes que já escrevi aqui? Pois é, nas termas de Socorro, havia um vitrô quebrado no meu guichê, lá em Araxá tb. É que quando a gente fica dentro de uma banheira, tomando banho de borbulhas radioativas com cheirinho de alecrim, dá pra botar reparo em tudo, viu?

Ao invés de uma musiquinha relaxante, a funcionária avisa que o banho terminou. E fiquei novinha em folha pra explorar outras partes do Hotel, anexo às termas.



Por lá, vc encontra tb várias torneiras com água radioativa pra tomar e aqui está a gruta de água que dona Beija se banhava e tomava dessa água. Muitos creditam a beleza de dona Beija, à essa água.

E claro que eu tomei dela...... O salão, curioso, todo em estilo árabe. Não fotografei, mas os portões que fecham esse salão, são em estilo arabescos, lindos de doer.(pareci a Hebe agora).

Daí, como sempre, dei uma de "migué"e entrei no Hotel, perguntei algumas coisas e por gentileza do funcionário, entramos pra conhecer o Hotel por dentro, a área comum dele.

Conheci o salão de festas, que pelo jeito, tinha acacabado de rolar alguma coisa na noite anterior, muitas pétalas de rosas espalhadas pelo aparador:



Um dos lustres:





E tem tb a biblioteca, a sala de jogos (que já foi um cassino, antes da proibição) e pasme: todos os vidros das janelas, são em bisotê. Pra quem não sabe, isso na época que ele foi inagurado era muuuito caro. Até hoje é, mas eu fico pensando o auê que foi na inaguração e mesmo o funcionamento do Hotel na época áurea, digamos assim. Aquele tempo que as pessoas sabiam que Carmina Burana era nome de ópera, que as mulheres se vestiam bem....

Na saída, tem uma fonte de água sulforosa e lá fui eu experimentar dois dedos dessa água. Gente, que gosto é aquilo? Nem sei descrever. Na minha cabeça troncha, água sulforosa, era ácida, amarguinha.... não aquele gosto horroroso, pra falar o mínimo.

Daí entendi que seu eu tivesse contrariado o namorado, nem eu suportaria mais viajar comigo mesma, se eu tivesse tomado um banho dessas águas. Ainda escutei que "ela faz bem pra um monte de coisas"....

Pudera!!!
Seria uma puta sacanagem vc se submeter a um troço desses e essa água não fazer nada de bom.

E seguimos viagem, agora mais limpinhos por fora, revigorados por tanta beleza e talvez eu, um pouquinho mais limpinha por dentro.

E SEGUIMOS VIAGEM

pela BR 262 (nossa, senti até a voz do Tony Tornado cantando agora) e paramos no CENTRO DE PESQUISAS PALEONTOLOGICAS L. I. PRICE .

na entrada tem um dino e claro, o sol que consumia meus poucos miolos, o calor da estrada e a tentativa frustrada de tomar um picolé mixuruca, fizeram com que eu tirasse essa foto vexatória, a qual, assim como os dinossauros que existiram, deixará uma certa recordação bizarra.



O museu, tem explicações muito detalhadas, mas o que impressiona mesmo é o bom gosto com o qual a exposição dos ossos foi montada. Nem a expô da Oca dos dinos foi tão bem feitinha, tão artística, digamos.

Aqui, uma reproduação do laboratório do Ivor Price que foi o paleontólogo que decobriu e mapeou todos os esqueletos e fósseis da região. Aliás, ô regiãozinha pra ter dino, viu?


Dentro de um dos ossos, cristais:


e aqui, o temido jacaré da região que era bem parrudinho, com patas bem altas; o que fazia dele um ótimo corredor. Medo da boquinha dele e da agilidade:



Agora, como não podia deixar de escapar, eu gostei foi da funcionária que estava vendendo os ingressos pra exposição. Ela, como todo o funcionário público que atende o público, tem lá a plaquinha dizendo que se ofender o funcionário público, vc é preso e coisa e tal. Porém, ela não é tão sagaz pra OUVIR o público ao qual ela deveria servir, afinal o nome correto é SERVIDOR PÚBLICO.

Imagina só, eu nunca tinha ido lá, tava perdida, somente pela obviedade, avistei a casa que seria o lugar das exposições. Mas percebi, que ao redor tinham mais coisas. Como estávamos lá de passagem, queria saber o que tinha ou não, daí.....

"-Boa tarde, tudo bem?
-....

olhei por cima do que seria o guichê e perguntei:

-Vcs tem algum folheto sobre o lugar? Tipo, um mapinha do parque?

-O ingresso é R$ 2,00, senhora."

Tipo, vc pergunta "A" e a mula te responde "4".
Sério que essa pessoa passou em um concurso?

7 de jan. de 2008

ESCAPANDO

dos incríveis 26º à meia noite que São Paulo fazia (diga-se de passagem, esperados por mim o ano inteiro) fomos viajar longe do circuito de estradas com 5 horas de espera pra descer à praias poluídas, sem água ou pãozinho no mercado.

No caminho, paramos em Ribeirão Preto na sorveteria do Geraldo. Parece que eu tinha parado nos anos 50. A sorveteria é pequena pra um sorvete tão famoso e gostoso:



Tudo conservadíssimo: mobiliário, maquinário, a simpatia dos atendentes que ao me darem uma provinha do sorvete.Me espantei com o tamanhão da provinha. Aqui em Sampa, é uma provinha pra degustar com o nariz, minúsculo demais.

Então tomamos um potão de sorvete de maracujá, nata, brigadeiro e sensação:




Copos de 350ml cada. Completados até o topo. estou babando até agora. Pena que fica tão longe, viu?

ENTÃO É NATAAAL

já tinha passado o Natal, mas mesmo assim, decidi ir ver a fonte do Ibirapuera, afinal, eu já tinha visto uma apresentação dela no aniversário do parque. Só que na ocasião, burralda do jeito que eu sou assisti do lado inverso, ou seja: as projeções na tela de água, não vi nadinha.

Agora, mais avisada, fui pelo lado certo do parque, ver qual era a boa pro Natal.
Precisa dizer que estava lotado? Que tinha muita gente e digamos, todo o tipo de gente? Atrás de mim, enquanto eu ouvia o Frank Sinatra cantando Jingle Bells (não faço questão pela música, apenas o cantor), tinha uma mal educada sem noção que não parava de berrar enquanto falava no celular pro "uaxintgon cleiton" encontrar com ela.

O casal que estava na minha frente riu quando eu disse: "será que ela sabe que o espetáculo além de visual é auditivo tb?" Não sei pq a katyleni ela foi embora.
Daí, chega uma família, com duas crianças de saco cheio de estar lá e detalhe, argentina a família. As crianças gritando na minha orelha.....



Acho que agora já posso contar a surpresa (quer dizer, não toda) do Papai Noel: luzes sincronizadas ao som de Merry Christmas do John Lennon e pasme, nessa hora, meu coração disparou. Eu sei, é brega, é piegas e é totalmente contra tudo aquilo que sinto em relação ao Natal. Mas a música é especial, não fala somente do Natal, mas de algo muito mais profundo.


Depois, tal qual mulçumanos indo à Meca, lá foram todos os paulistanos, paulistas e brasileiros que estavam por São Paulo, adorar a grande àrvore natalina que em determinadas horas, jorrava uma neve artificial. (pausa pra gorfar o tremendo mau gosto).

Mesmo assim, curti a idéia de ver ao ar livre um espetáculo com música clássica, de graça pra toda a população, que ía em família assistir e a gente escutava da maioria "pq não tem isso mais vezes?"

Agora me expliquem: Pq diabos as pessoas teimam em subir a estátua do Brecheret no meio da avenida? Que graça é subir no monumento pra tirar foto? Coisa mais besta! Tanto pai de família pintor, eletricista que perde a vida caindo da escada trabalhando na sua função, e uns putos desses não quebram sequer um braço escalando o monumento!!!

Coisa de pobre mesmo fotografando pelo celular pré-pago de 24 prestações o primo em cima da cabeça do monumento. Alguém já viu uma merda dessas na Torre Eifel? Alguém já viu se turista sobe no colo do Washington na Casa Branca pra tirar fotinha e botar no "orgut"?

Estou pensando seriamente em lançar uma campanha de jogar ovos (de preferência podres) ou qualquer coisa bem vexatória pra os pobres sentirem vergonha ao entrar no ônibus, cada vez que passar pela praça e ver um candango pendurado lá.

E antes que alguém me diga: "oh, vc é isso e aquilo" eu bem quero lembrar da vez que fizeram "olhos" em duas das estátuas e provavelmente quem pode me criticar pela idéia, fez comentários do tipo "ah, que absurdo vc viu? pixaram a 'estáuta' ".

COMO ESTIVE PARADA UNS DIAS

assisti tudo o que eu não assisti esses dias na Tv. Alguns filmes, pq mesmo na TV à cabo, a programção é repetitiva. Mas deu pra ver que não perdi muita coisa. Sem reparar, estava zapeando pela TV e parei no Castelo Rá Tim Bum, que não foi da minha época.
Algo me chamou a atenção:


A caipora, esse ser de peruca vermelha e olhos pintados em forma de venda, me chamou a atenção. A caipora, pra quem não sabe, é um ser folclórico brasileiro e foi brilhantemente usada nesse programa infantil. Daí, comecei a me lembrar, que a pessoa que desenvolveu os figurinos, com certeza, deve ter se inspirado aqui:




Replicante, do Blade Runner.
Não sabe quem é? Então alugue este clássico fantástico.

RESOLUÇÕES?

Oi, gente! Vcs estão bem? Muito queimadinhos de sol? Cheios de ficar sentindo tédio em casa? Reviu quem vc gosta?

Bom, antes de fazer as coisas que foram programadas, pela primeira vez, comecei a pensar em uma lista de "goals" pra 2008. Sim, pelo que andei lendo, o povo tá indo contra a minha idéia. "pra quê lista? o importante é ser feliz todos os dias", é o que vc lê.

Acontece que tantas coisas legais e outras nem tanto ( e mais um punhado de outras que demoram uma eternidade pra vingar) aconteceram, que eu vejo a necessidade de fazer uma lista e no fim, ser conferida.

Assim que ela ficar pronta, coloco aqui e ainda coloco item por item riscados quando os objetivos forem concretizados. Sim, se eu fizer em papel a lista, pode apostar: eu a vou perder, nem vou lembrar mais o que eu coloquei na lista.

A seguir, escrevo as coisas que se sucederam, guardando sempre a sempre dos terceiros.

CHEGOU!

2008 !

27 de dez. de 2007

GENTE

olá, tudo bem? (com voz do Paulo Henrique Amorim)

Eu não escrevi nada hoje, amanheci com uma lezeira no corpo e nada mais era que preguiça. Me dediquei à tarefas bem importantes como comprar tintura de cabelo pra mãe, comprar marmita, pão, leite e essas coisas.

A questão é que mesmo avisada sobre uma viagem, não arrumei sequer uma camiseta. Agora, a viagem foi antecipada em um dia. Isso significa que eu deveria agora estar começando a montar a mala e adiantar cabelo, depilação essas coisas.

Mas a preguiça? Deixa?

Oks, o lance é o seguinte: vou viajar, nada depouco blogar e se verem alguma pornografia escrita nos meus recados do orkut, favor desconsiderar, afinal ainda não tenho notebook pra me acompanhar nas viagens.

Quando voltar, tenho certeza que contarei uma porção de coisas. Mostrarei mais um tanto. enquanto isso, releiam as minhas coisas, deixem comentários pertinentes e leiam os outros blogs linkados, eles são divertidos, viu?

Ah, torçam tb pra que as estradas não aprontem nada comigo, ok?
Beijos a todos, um ótimo reveillon e todos de vermelho, tá certo?

Se der, blogo do celular.

26 de dez. de 2007

DEPOIS DE

um natal bem xoxo, com mormaço e coisa e tal, hoje aparece esse lindo cenário:



a minha leitura dessa foto é que são asas de anjo bem estilizadas. É uma leitura brega? Pode até ser, mas que eu posso fazer?

Clique na foto pra vê-la maiorzinha e se encante!

CONTOS DE NATAL

Não é do Natal que vc conhece. É de um outro Natal e com certeza, muito mais legal.

O avô dos meus amigos Renatzzz, Gustavo e Lucila, se chama Natal. De verdade, não é apelido. E a coisa mais legal que a gente pode fazer na época de natal é dizer pra algum dos netos: "Rê, manda um feliz avô pro seu vô!" ou "Minduim, feliz seu avô pra vc!".... ou qualquer outra combinação idiota legal com o nome dele.

Enfim, prometi um conto de Natal e aí vai:

Seu Natal e a sua família, tem uma papelaria que é bem incrementada, e lá tem também, artigos pra costura, tricô e artesanato em geral. Seu Natal é um vovô bem idoso e apesar de lúcido e gozar de boa saúde, ele é magrinhooo (ou pelo menos era quando isso aconteceu).

Pois bem, acontece que em determinado momento, ele ficava sozinho pq se revezavam pra ir almoçar. E conhecido que era da região, algum malandro usou essa informação e pensou "meu, o velhinho só o pó, fácil de assaltar".

E assim foi: ele entrou e anunciou o assalto. Seu Natal, (que é meio surdo tb, esqueci de contar) calmamente se dirigiu à gaveta do dinheiro, sendo acompanhado do ladrão nas costas dele, com uma arma (daquelas que tem um mini-zarpão na ponta). Tudo na maior tranquilidade até que

ZÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁSSSS!!!!!

Como em um filme do Jackie Chan, Seu Natal arranca a gaveta toda do móvel e dá uma bela cacetada no ladrão que atordoado, ainda se deixou ser amarrado pelo Seu Natal (entendam, deu tempo até de buscar uma corda e amarrar o ladrão em uma cadeira) e chamar a polícia.

Ahahahahahaha. Com essa o ladrão não esperava. Nem a gente! Nem ninguém! Contam que a polícia quando chegou viu a cena:

ladrão amarrado na cadeira, velhinho ao lado com a arma apontada pra ele.

Ahahahahahahahahahahahaha.

Esse é Seu Natal!

A polícia avisou que reagir nunca é bom, mas deixaram até a arminha com Seu Natal, afinal, ele mereceu.
Imagino o esculacho que o ladrão não tomou na cadeia!

Ahahahahahah.

Desse Natal, eu gosto e muito!

P.S.:"Rê, já que vc postou, eu tinha que contar! Maior orgulho do seu vô vc deve ter, viu?!"