18 de jan. de 2008
MAIS UM DESTINO
(Winnie Cooper, seriado Anos Incríveis.)
selado por um nome:
Wi.nnie
Creia, existe. É o nome de uma colega do meu curso. Eu bem que olhava na lista da chamada e tentava adivinhar de quem era esse nome. Mas não sabia se era nome de mulher ou de homem. Ficava difícil. Hoje, o professor perguntou o nome pra ela e ela respondeu "Winnie".
Será maldade minha? Percebi um sorriso muito discreto nos lábios do prof.
Winnie....
Admiro tanta criatividade.
Conversando com ela (isso mesmo, eu conversava com ela, mesmo não sabendo o nome dela), ela me disse que a mãe dela é formada em Matemática.
Tem noção? A pessoa faz faculdade de Matemática e dá um "nome" desses pra uma filha?
Wi.nnie
Creia, existe. É o nome de uma colega do meu curso. Eu bem que olhava na lista da chamada e tentava adivinhar de quem era esse nome. Mas não sabia se era nome de mulher ou de homem. Ficava difícil. Hoje, o professor perguntou o nome pra ela e ela respondeu "Winnie".
Será maldade minha? Percebi um sorriso muito discreto nos lábios do prof.
Winnie....
Admiro tanta criatividade.
Conversando com ela (isso mesmo, eu conversava com ela, mesmo não sabendo o nome dela), ela me disse que a mãe dela é formada em Matemática.
Tem noção? A pessoa faz faculdade de Matemática e dá um "nome" desses pra uma filha?
A propósito: a garota não tem nada de parecido com a Winnie Cooper do seriado e ela nasceu muito antes desse seriado ser exibido aqui no Brasil. Foi invencionice dos pais dela.
NONSENSE
de certa forma, adoro coisas nonsenses...
e uma delas que virou assim uma daquelas coisas que a gente sempre vê inúmeras vezes, é o "filme" do filme The Ring.
Adoro ver essas cenas. Não sei se é pq eu consigo ver lógica, não sei pq acho uma coisa meio filme noir, não sei explicar. Eu o adoro e assisto o filme, só pra vê-lo.
O filme, diga-se de passagem, eu considero que é muito bom. Assisti no cinema, logo quando saiu e me lembro do desespero que eu fiquei naquela cena dos cavalos na balsa. Foi a única vez que meus olhos se desviaram da tela.
Tem a versão do filme, japa, que na verdade é a original. Ainda não achei pra assistir. Mas quero ver sim, afinal, como vcs já sabem, adoro filmes B ou alternativos. Para mim, eles não são nem B, nem alternativos.
Veja o "filme" do filme e não tenha medo. A Samara não vai te ligar.
e uma delas que virou assim uma daquelas coisas que a gente sempre vê inúmeras vezes, é o "filme" do filme The Ring.
Adoro ver essas cenas. Não sei se é pq eu consigo ver lógica, não sei pq acho uma coisa meio filme noir, não sei explicar. Eu o adoro e assisto o filme, só pra vê-lo.
O filme, diga-se de passagem, eu considero que é muito bom. Assisti no cinema, logo quando saiu e me lembro do desespero que eu fiquei naquela cena dos cavalos na balsa. Foi a única vez que meus olhos se desviaram da tela.
Tem a versão do filme, japa, que na verdade é a original. Ainda não achei pra assistir. Mas quero ver sim, afinal, como vcs já sabem, adoro filmes B ou alternativos. Para mim, eles não são nem B, nem alternativos.
Veja o "filme" do filme e não tenha medo. A Samara não vai te ligar.
17 de jan. de 2008
DEUS CASTIGA?
Se eu fosse um pouco realista narcisista, eu diria como muitos : "eu só atraio loucos/bizarros/sitações pitorescas".
Acontece que eu até entendo o motivo de algumas coisas curiosas me acontecerem: minha curiosidade, meu interesse e principalmente, o contato visual que estabeleço com as pessoas. Em uma cidade tão populosa e tão individualista como São Paulo, viramos todos carentões à espera de um sorriso amigável e/ou um olhar direto nos olhos.
Como disse, sou dessas pessoas que estabelece contato visual. Se a minha vida dependesse de eu eu desviar o olhar de um leão faminto em plena África, essa hora eu estaria mortinha-da-silva.
Daí que uma faxineira, de um lugar que eu frequentoe não te interessa saber onde é e não tem a menor importância de saber onde é esse lugar, veio me contar que sofreu um furto na casa dela. Ela dizia "roubo", mas na verdade foi um furto porque o ladrão entrou quando ela não estava lá.
Ela me dizia que os policiais lhes disseram , que o ladrão era alguém conhecido e antigo morador de lá, pq não houve arrombamento. Depois, disseram pra ela, que sendo ela solteira e tendo uma filha moça, tinha sorte do ladrão não entrar lá pra consumar um roubo e sabe mais lá Deus o quê. Ela me contou também que uma das vizinhas dela, disse ter visto uma semana antes do fato, um homem bem apresentável rondando a porta. "E ela nem me disse nada... e se fosse uma visita?".
Argumentei com ela que, se talvez a vizinha falasse alguma coisa, ela talvez interpretasse como abuso da vizinha saber o que se passa na casa dela. E é assim que muitos roubos, furtos e etc poderiam ser evitados e não são: medo dos outros taxarem a gente como fofoqueira(o).
Falei que eu concordava com a polícia e disse que ela deveria agradecer a Deus por nada de pior ter acontecido. Que a fé dela, talvez fez com que nada pior tivesse acontecido.
Ela me disse que era evangélica e que pensou que isso aconteceu, pq ela estava há 1 mês sem ir na igreja.
Perguntei pra ela, se ela pensava que isso fosse um castigo de Deus e ela me respondeu que pensou isso sim.
Ao invés de eu usar o famoso "mas se Deus é amor, ele quer o seu bem",eu resolvi usarminha terapia breve, bizarra e quase instântanea os meus métodos nada convencionais:
"-Minha senhora, com tanta criança com câncer nos hospitais, a senhora acha mesmo que Deus está mais ocupado em castigar a senhora pq a senhora não aparece há um mês na igreja? E com tanto castigo bom de dar pra senhora, tipo quebrar suas pernas, a senhora acha que perder um computador e uma televisão é castigo que se dê? Não seja tão convencida que Deus tá olhando assim a sua carteirinha de frequência: ele tem mais o que fazer, tem problemas DE VERDADE pra resolver, ok?"
Ela me olhou.... parece que raciocinou e senti que ela ficou aliviada da culpa de não ir na igreja.
Pra mim, minha "missão" foi bem sucedida.
Acontece que eu até entendo o motivo de algumas coisas curiosas me acontecerem: minha curiosidade, meu interesse e principalmente, o contato visual que estabeleço com as pessoas. Em uma cidade tão populosa e tão individualista como São Paulo, viramos todos carentões à espera de um sorriso amigável e/ou um olhar direto nos olhos.
Como disse, sou dessas pessoas que estabelece contato visual. Se a minha vida dependesse de eu eu desviar o olhar de um leão faminto em plena África, essa hora eu estaria mortinha-da-silva.
Daí que uma faxineira, de um lugar que eu frequento
Ela me dizia que os policiais lhes disseram , que o ladrão era alguém conhecido e antigo morador de lá, pq não houve arrombamento. Depois, disseram pra ela, que sendo ela solteira e tendo uma filha moça, tinha sorte do ladrão não entrar lá pra consumar um roubo e sabe mais lá Deus o quê. Ela me contou também que uma das vizinhas dela, disse ter visto uma semana antes do fato, um homem bem apresentável rondando a porta. "E ela nem me disse nada... e se fosse uma visita?".
Argumentei com ela que, se talvez a vizinha falasse alguma coisa, ela talvez interpretasse como abuso da vizinha saber o que se passa na casa dela. E é assim que muitos roubos, furtos e etc poderiam ser evitados e não são: medo dos outros taxarem a gente como fofoqueira(o).
Falei que eu concordava com a polícia e disse que ela deveria agradecer a Deus por nada de pior ter acontecido. Que a fé dela, talvez fez com que nada pior tivesse acontecido.
Ela me disse que era evangélica e que pensou que isso aconteceu, pq ela estava há 1 mês sem ir na igreja.
Perguntei pra ela, se ela pensava que isso fosse um castigo de Deus e ela me respondeu que pensou isso sim.
Ao invés de eu usar o famoso "mas se Deus é amor, ele quer o seu bem",eu resolvi usar
"-Minha senhora, com tanta criança com câncer nos hospitais, a senhora acha mesmo que Deus está mais ocupado em castigar a senhora pq a senhora não aparece há um mês na igreja? E com tanto castigo bom de dar pra senhora, tipo quebrar suas pernas, a senhora acha que perder um computador e uma televisão é castigo que se dê? Não seja tão convencida que Deus tá olhando assim a sua carteirinha de frequência: ele tem mais o que fazer, tem problemas DE VERDADE pra resolver, ok?"
Ela me olhou.... parece que raciocinou e senti que ela ficou aliviada da culpa de não ir na igreja.
Pra mim, minha "missão" foi bem sucedida.
15 de jan. de 2008
EI
Vocês tem lido o Diários Animais?
Tenho tentado mexer lá pra deixá-lo mais bonitinho. Bolando umas coisas bem diferentes pra que todos tenham mais interatividade.
Vcs tem gostado?
Esse filhote de blog, não é só meu. E os textos, como eu já disse, não dá pra saber quem são as personagens.
Tenho tentado mexer lá pra deixá-lo mais bonitinho. Bolando umas coisas bem diferentes pra que todos tenham mais interatividade.
Vcs tem gostado?
Esse filhote de blog, não é só meu. E os textos, como eu já disse, não dá pra saber quem são as personagens.
DEMI-BOA-NOTÍCIA
PREGUIÇA, BBB E COISAS AFINS
Muita preguiça mesmo, como o título já diz.
Sinto um sono constante. Tudo bem que não tenho dormido bem, ao me deitar tarde. Acordo cedo. Já viu na matemática do sono, o que essa conta dá.
BBB já está rolando na Tv. E eu assisto. Eu posso. Afinal, eu leio livros, frequento lugares estimulantes pro meuquase cérebro, assisto toda a sorte de documentários e filmes, vou a palestras....
Não venham com "o imperialismo da rede Globo" e "dar audiência pra baixaria".
O dia que vocês fizerem metade do que eu faço, eu aceito as vossas críticas; até lá, shhhhhhiu!
Eu acho curioso um bando de gente, fingindo o que não é, pra parecer o que gostaria de ser, pois assim, com esse ideal de personalidade, não é rejeitado. Bem parecido com a nossa vida real. A diferença é que a gente não vê os bastidores dessas máscaras que todos (inclusive eu) vestimos todos os dias....
Por isso mesmo, minha gente, que terapia nunca é demais. Ahahahahahaa. Já tô até vendo quando eu finalmente entrar na facul e começar a fazer consultas com o prof. "Prof, eu tenho uma amiga que pode estar sofrendo de rejeição....."
Falando em consulta em aula... gente.... abaixo-assinado. Vcs lembram? A última vez que eu ouvi essa palavra, estava com 12 anos, na 6º série e era pra tirar a prof Tânia que vivia faltando na aula.....
Ouvir de adultos, "abaixo-assinado", em um mundo de e-mails e fax, só me fez dar risadas incontroláveis e não muito bem vistas pelo restante......
Minto! A última vez que ouvi sobre abaixo-assinado, última mesmo (sem ser a da sexta série, afinal, essa é a penúltima), foi em Dezembro, pra protestar sobre a construção de um conjunto residencial chiquetérrimo ao lado do Parque do Piqueri.
Os caras vendem apês com "Mata Atlântica preservada ao lado" ,"Viva com a natureza do lado da sua casa"; mas se esquecem que os "bate-estacas" abalam as raízes dessas mesmas árvores.
Daí achei útil abaixo-assinado. Pq eu duvi-deo-dóóó que algum vereador leia e-mail. A não ser que seja uma enxurrada de e-mails, ou um e-mail de um abaixo-assinado.
Sobre o que eu falei do BBB e máscaras, recomendo a seguinte leitura:
ESPELHO MÁGICO- JOSÉ ANGELO GAIARSA.
O livro é fininho, baratinho e cheio de figurinha, tá?
Mas o conteúdo.... (abrindo bem os braços pra mostrar o tamanhão do conteúdo)
Sinto um sono constante. Tudo bem que não tenho dormido bem, ao me deitar tarde. Acordo cedo. Já viu na matemática do sono, o que essa conta dá.
BBB já está rolando na Tv. E eu assisto. Eu posso. Afinal, eu leio livros, frequento lugares estimulantes pro meu
Não venham com "o imperialismo da rede Globo" e "dar audiência pra baixaria".
O dia que vocês fizerem metade do que eu faço, eu aceito as vossas críticas; até lá, shhhhhhiu!
Eu acho curioso um bando de gente, fingindo o que não é, pra parecer o que gostaria de ser, pois assim, com esse ideal de personalidade, não é rejeitado. Bem parecido com a nossa vida real. A diferença é que a gente não vê os bastidores dessas máscaras que todos (inclusive eu) vestimos todos os dias....
Por isso mesmo, minha gente, que terapia nunca é demais. Ahahahahahaa. Já tô até vendo quando eu finalmente entrar na facul e começar a fazer consultas com o prof. "Prof, eu tenho uma amiga que pode estar sofrendo de rejeição....."
Falando em consulta em aula... gente.... abaixo-assinado. Vcs lembram? A última vez que eu ouvi essa palavra, estava com 12 anos, na 6º série e era pra tirar a prof Tânia que vivia faltando na aula.....
Ouvir de adultos, "abaixo-assinado", em um mundo de e-mails e fax, só me fez dar risadas incontroláveis e não muito bem vistas pelo restante......
Minto! A última vez que ouvi sobre abaixo-assinado, última mesmo (sem ser a da sexta série, afinal, essa é a penúltima), foi em Dezembro, pra protestar sobre a construção de um conjunto residencial chiquetérrimo ao lado do Parque do Piqueri.
Os caras vendem apês com "Mata Atlântica preservada ao lado" ,"Viva com a natureza do lado da sua casa"; mas se esquecem que os "bate-estacas" abalam as raízes dessas mesmas árvores.
Daí achei útil abaixo-assinado. Pq eu duvi-deo-dóóó que algum vereador leia e-mail. A não ser que seja uma enxurrada de e-mails, ou um e-mail de um abaixo-assinado.
Sobre o que eu falei do BBB e máscaras, recomendo a seguinte leitura:
ESPELHO MÁGICO- JOSÉ ANGELO GAIARSA.
O livro é fininho, baratinho e cheio de figurinha, tá?
Mas o conteúdo.... (abrindo bem os braços pra mostrar o tamanhão do conteúdo)
14 de jan. de 2008
COISA MAIS RIDÍCULA, SÔ
tem um tal de Paixão de Cristo e eu não entendo pq tal espetáculo tem que ser encenado pelas celebridades do momento.
Olha a cara de songa que a miss Brasil ficou pra o espetáculo:

com as mãozinhas juntas, encenando uma possível santidade.
Argh! Jesus será encenado novamente por Thiago Lacerda. Talvez JC tivesse olhos azuis mesmo,né???
Manja que é tudo gravado com antecedência e os atores ficam só encenando e dublando eles mesmos. Digno de teatrinho Tj em assembléias. Eca.
Acho esses espetáculos, più brega mesmo. Veja que se parece com aqueles espetáculos que os índios norte americanos fazem sobre os costumes indígenas, só pra gringo branco ver. Ô coisa mais plastificada e besta, sô!
Olha a cara de songa que a miss Brasil ficou pra o espetáculo:
com as mãozinhas juntas, encenando uma possível santidade.
Argh! Jesus será encenado novamente por Thiago Lacerda. Talvez JC tivesse olhos azuis mesmo,né???
Manja que é tudo gravado com antecedência e os atores ficam só encenando e dublando eles mesmos. Digno de teatrinho Tj em assembléias. Eca.
Acho esses espetáculos, più brega mesmo. Veja que se parece com aqueles espetáculos que os índios norte americanos fazem sobre os costumes indígenas, só pra gringo branco ver. Ô coisa mais plastificada e besta, sô!
ALMA BOA-ADEUS MINHA CONCUBINA
alguma alma caridosa, colocou disponível o filme todinho.
Adeus Minha Concubina, foi a minha estréia no universo de filmes não badalados-americanos. A riqueza no figurino, a delicadeza da maquiagem e a trilha sonora fazendo composição à uma estória tão linda, me fizeram fanzona do estilo.
Daí pra frente, foram intermináveis horas em filmes com conteúdo. Todo tipo de conteúdo.
Aqui, a primeira parte pra que vc conheça. Mas já aviso: é pra assistir com tempo.
Agora, sigo confiante na busca de Lanternas Vermelhas, o Livro de Cabeceira, o Cheiro do Papaia Verde, entre outros.....
Adeus Minha Concubina, foi a minha estréia no universo de filmes não badalados-americanos. A riqueza no figurino, a delicadeza da maquiagem e a trilha sonora fazendo composição à uma estória tão linda, me fizeram fanzona do estilo.
Daí pra frente, foram intermináveis horas em filmes com conteúdo. Todo tipo de conteúdo.
Aqui, a primeira parte pra que vc conheça. Mas já aviso: é pra assistir com tempo.
Agora, sigo confiante na busca de Lanternas Vermelhas, o Livro de Cabeceira, o Cheiro do Papaia Verde, entre outros.....
O TELEFONE TOCOU
e fiquei sabendo que ao invés de sair no sábado, teria que adiantar tudo na sexta mesmo. Não deu tempo nem de falar com as pessoas que eu falo e gosto, e me aprontei o quanto antes.
Correu tudo certo, consegui entre outras coisas ter um tempo dedormir assistir televisão. Até que acompanhei algumas coisas interessantes.
Sábado a "pastelaria" funcionou a pleno vapor e me empanturrei de mais pastéizinhos. Vai ser difícil ser disciplinada assim....
Depois, seguimos pra um aniversário de um amigo, que, graças ao esforços dos pais dele, puderam lhe dar uma ótima educação. Por sua vez, seu esforço, fez com que ele, entre outras coisas que conquistou, more em um zona bem rica da nossa Sampa, em um apê/loft dos mais requintados.
Curiosamente, do lado de um conjunto habitacional:

Só hoje, quando tirei a foto da câmera, pude ver a legenda de "Moradia pra todos". Tirei essa foto enquanto o carro seguia seu rumo (que por sinal o trânsito no sábado estava infernal).
E, andando pela cidade de Sampa, vi umas caixas gigantes de metal, parecendo vagões de trem, ou ainda, um contêiner, que marcava habitat. com.
Pesquisei e não encontrei nada. Quero ver do que se trata.
O número de animais mortos, esmagados nas grandes avenidas, me assustou. Até urubu atropelado eu vi esse fds.
Tá certo que choveu muito no sábado, tudo ficou atrapalhado. Mas sei lá, achei o sábado um dia estranho.
Domingo acordei e tive um luxo: assisti o Charlie Brown, na cama, enrolada e abraçada com o respectivo. Era o episódio em que a Lucy na sua banquinha de "piscóloga", resolve se tornar "juíza" pra resolver uma pendenga entre a Celie e o Woodstock.
Outro dia li na folha de Sampa, uma entrevista do biógrafo do criador do Snoopy. ele dizia que a Lucy era a ex-mulher do CHARLES M. SCHULZ . Fiquei com vontade de ler essa biografia que conta entre outras coisas, o que aqueles episódios mais marcantes, como o dia que o Lino fica esperando a Grande Abóbora aparecer, o episódio do Dia dos Namorados e o inigualável episódio do Haloween (e eu, uma pedra....) tem co-relação com o que estava rolando na vida do autor.
se não fosse pedir muito, gostaria de ganhar esse livro no aniversário. Fica pra aquela lista de coisas a fazer pra depois que a vida se resolver de fato.
Curioso que, esse desenho eu adorava quando criança, mesmo não entendendo a complexidade dos assuntos expostos.
Correu tudo certo, consegui entre outras coisas ter um tempo de
Sábado a "pastelaria" funcionou a pleno vapor e me empanturrei de mais pastéizinhos. Vai ser difícil ser disciplinada assim....
Depois, seguimos pra um aniversário de um amigo, que, graças ao esforços dos pais dele, puderam lhe dar uma ótima educação. Por sua vez, seu esforço, fez com que ele, entre outras coisas que conquistou, more em um zona bem rica da nossa Sampa, em um apê/loft dos mais requintados.
Curiosamente, do lado de um conjunto habitacional:
Só hoje, quando tirei a foto da câmera, pude ver a legenda de "Moradia pra todos". Tirei essa foto enquanto o carro seguia seu rumo (que por sinal o trânsito no sábado estava infernal).
E, andando pela cidade de Sampa, vi umas caixas gigantes de metal, parecendo vagões de trem, ou ainda, um contêiner, que marcava habitat. com.
Pesquisei e não encontrei nada. Quero ver do que se trata.
O número de animais mortos, esmagados nas grandes avenidas, me assustou. Até urubu atropelado eu vi esse fds.
Tá certo que choveu muito no sábado, tudo ficou atrapalhado. Mas sei lá, achei o sábado um dia estranho.
Domingo acordei e tive um luxo: assisti o Charlie Brown, na cama, enrolada e abraçada com o respectivo. Era o episódio em que a Lucy na sua banquinha de "piscóloga", resolve se tornar "juíza" pra resolver uma pendenga entre a Celie e o Woodstock.
Outro dia li na folha de Sampa, uma entrevista do biógrafo do criador do Snoopy. ele dizia que a Lucy era a ex-mulher do CHARLES M. SCHULZ . Fiquei com vontade de ler essa biografia que conta entre outras coisas, o que aqueles episódios mais marcantes, como o dia que o Lino fica esperando a Grande Abóbora aparecer, o episódio do Dia dos Namorados e o inigualável episódio do Haloween (e eu, uma pedra....) tem co-relação com o que estava rolando na vida do autor.
Curioso que, esse desenho eu adorava quando criança, mesmo não entendendo a complexidade dos assuntos expostos.
10 de jan. de 2008
ASSUNTANDO
E assim começou o dia: eu com o maior sono e tendo que sair da cama. Hoje especialmente, estava mais difícil levantar. Programei uma roupa pra usar hoje (afinal, ultimamente estou mais sociável e vejo mais pessoas) e quando acordei, desisti. Mais tarde me arrependi de não ter seguido a programação.
Lá fui eu rumo ao meu destino e mostro pra vcs agora o que o Gilbertopouco Sab(e) Kassab anda aprontando:

Medo de fotografar na rua vazia... Aliás, ô horário pra ter gentede outro mundo feia circulando....
Agora notem que esta é a rua de principal acesso ao meu querido bairro e a "limpeza" é algo notável:

Imagina sem calçada pela Tuiuti, andando pela rua mesmo, disputando espaço com duas faixas de carros, ônibus e motoqueiros......
E assim a vida seguiu. Sei que outras visões dantescas eu ainda hei de presenciar durante essas obras.
Mais tarde, um dos remanescentes clientes me entregou uns cds que mais foram emprestados que alugados e dei graças a Deus por estar mudando de vida. Afinal, mesmo com tudo mirradinho, as pessoas não querem bancar pela sua diversão. É essa a conclusão que eu chego.
Mas também, se as pessoas não estão dando a cara à tapa pra se relacionar de verdade com outras pessoas, se as pessoas não querem mais animaizinhos de estimação "pq um dia eles morrem e vc sofre muito", se elas querem entrar pra um serviço voluntário pq é maior legal "mas um que não seja cansativo", o que vc pode esperar MESMO do seres humanos?
Anyway, voltando....
Estou pensando em mandar um daqueles meus e-mails fofinhos pra prefeitura de São Paulo, remetida diretamente ao nosso solteirãomais carola que eu conheço mais bizarro que comanda nossa prefeitura e sugerir que ele se comprometa a fazer uma cidade limpa começando pelas varrições de ruas e autuações de camelôs e transeuntes que jogam lixo no chão.
Pensa bem: a prefeitura arrecadaria mais dinheiro, geraria empregos (funcionários públicos fiscalizadores) e a população aprenderia com o seu órgão mais sensível (bolso) a se educar.
Antes de vc me falar assim "mas será que o fiscal não fará vista grosssa?", quero contar mais um episódio da minha vida bizarra:
Estava eu saindo de um lugar quenão te interessa não faz diferença em saber e um guardador de carros, íntimo de um gari, pegou a vassoura e foi varrer a sarjeta e a calçada, "pra que meus clientes fiquem no limpinho". O gari, rapidamente pegou a vassoura e pediu que ele parasse com a brincadeira, afinal quem estava na fiscalização era um tal de Moreira, ou Ferreira, ou Macieira; não lembro.
Segundo o gari, "esse chefe aí é foda, faz a gente varrer ATÉ a calçada, quer tudo bem limpinho".(note que o serviço dos garis, seria varrer as ruas, mas pelo jeito é só varrer as sarjetas)
Meu, fiquei muito curiosa pra conhecer o tal chefe e esperei por mais alguns momentos pra conversar com ele. Pena que ele não apareceu.
Gostaria muito de conhecer um sujeito que leva a sério demais o seu serviço e ainda: um serviço que é interminável e pouco valorizado pela grande maioria da população.
Lá fui eu rumo ao meu destino e mostro pra vcs agora o que o Gilberto
Medo de fotografar na rua vazia... Aliás, ô horário pra ter gente
Agora notem que esta é a rua de principal acesso ao meu querido bairro e a "limpeza" é algo notável:
Imagina sem calçada pela Tuiuti, andando pela rua mesmo, disputando espaço com duas faixas de carros, ônibus e motoqueiros......
E assim a vida seguiu. Sei que outras visões dantescas eu ainda hei de presenciar durante essas obras.
Mais tarde, um dos remanescentes clientes me entregou uns cds que mais foram emprestados que alugados e dei graças a Deus por estar mudando de vida. Afinal, mesmo com tudo mirradinho, as pessoas não querem bancar pela sua diversão. É essa a conclusão que eu chego.
Mas também, se as pessoas não estão dando a cara à tapa pra se relacionar de verdade com outras pessoas, se as pessoas não querem mais animaizinhos de estimação "pq um dia eles morrem e vc sofre muito", se elas querem entrar pra um serviço voluntário pq é maior legal "mas um que não seja cansativo", o que vc pode esperar MESMO do seres humanos?
Anyway, voltando....
Estou pensando em mandar um daqueles meus e-mails fofinhos pra prefeitura de São Paulo, remetida diretamente ao nosso solteirão
Pensa bem: a prefeitura arrecadaria mais dinheiro, geraria empregos (funcionários públicos fiscalizadores) e a população aprenderia com o seu órgão mais sensível (bolso) a se educar.
Antes de vc me falar assim "mas será que o fiscal não fará vista grosssa?", quero contar mais um episódio da minha vida bizarra:
Estava eu saindo de um lugar que
Segundo o gari, "esse chefe aí é foda, faz a gente varrer ATÉ a calçada, quer tudo bem limpinho".(note que o serviço dos garis, seria varrer as ruas, mas pelo jeito é só varrer as sarjetas)
Meu, fiquei muito curiosa pra conhecer o tal chefe e esperei por mais alguns momentos pra conversar com ele. Pena que ele não apareceu.
Gostaria muito de conhecer um sujeito que leva a sério demais o seu serviço e ainda: um serviço que é interminável e pouco valorizado pela grande maioria da população.
9 de jan. de 2008
TENHO VISTO
as coisas mais bizarras pelas ruas do meu bairro em apenas dois dias. Vcs nem fazem idéia. Entre elas, vale destacar a reforma completa e pelo jeito complexa das calçadas (coisas de ano eleitoral) e o episódio de uma galinha d'angola.
Mas quero contar tudo com calma e no momento eu não "tô podendo".
Sei que fiquei tão distraída que até esqueci de pagar uma conta hoje.
Mas quero contar tudo com calma e no momento eu não "tô podendo".
Sei que fiquei tão distraída que até esqueci de pagar uma conta hoje.
8 de jan. de 2008
AGRADECIMENTO
agradeço a todos que foram responsáveis por eu chegar em São Gotardo.
Agradeço a todos que foram tão pacientes comigo, com as minhas inúmeras perguntas e a minha curiosidade infantil sobre tudo.
Agradeço o carinho, a atenção, os mimos, os sorrisos, o calor humano que eu recebi de todos. Aos dias em que o sol foi celebrado, as estrelas contempladas , as frutas e os legumes saboreados como iguarias, que a nossa "pachamama" pôde nos presentear.
Afinal, tal qual mãe justa e abundante, a terra não abandona nunca seus filhos.
Faço agredecimento à toda a família Sekita, em especial ao odítchan e à obátchan, Seiji e Sueli, Tamio e Maria do Carmo, Deía, Tânia e Vinicius, Sergio, Hyassio, Renata, Edu; que foram as pessoas que mais conviví. Mas há tb os outros parentes que me receberam tão bem e com a promessa que nos conheceríamos melhor no futuro.
Que o sol e a chuva, possam sempre em equilíbrio abençoar sempre essa gente boa e trabalhadora; e que a Luz Maior nunca falte com suas bençãos de saúde, harmonia e amor sobre eles.
Obrigada e/ou arigatai!!!
SÁBADO
ASSIM QUE CHEGAMOS
soubemos que na Sexta, seria dia de pastelada. Sueli, esposa de Seiji (que já falei aqui) foi quem ficou de fazer; e claro que eu e o respectivo, fomos ajudar.
A receita dela, está guardada com a gente, afinal, quem sabe ainda a "S & R Pastelaria" sái do papel? Ahahahahahaa.
Tudo começa amassando bem a massa com ingredientes e um truque:

Meu namorado botou a mão na massa mesmo, esta é uma foto de literalismo.

e lá vão as mãos habilidosas da tia Sueli, passar a massa pelo rolo:

Depois de preenchidos os pastéis:

Fritinhos na hora, sem aquele óleo rançoso com diesel dentro pra não queimar. Gente, tem noção do que é ficar uma tarde inteira comendo pastel? Do pastel que vc tivesse vontade....
Tia Sueli é uma santa mesmo! Haja paciência pra tantos pedidos....
E no intervalo entre um pastel e outro, lixía e romã....
Só de olhar a pastelada, me dá vontade de repetir a dose. Coisa de gordinha mesmo!
No final, depois que fomos ver a invasão dos traficantes na Portelinha e o arsenal espalhafatoso do Juvenal Antena em um faroeste tupiniquim de sentir vergonha alheia, a tia ainda pergunta se a gente queria que ela fizesse alguma coisa pra jantar.... é uma fofa, mesmo.
A receita dela, está guardada com a gente, afinal, quem sabe ainda a "S & R Pastelaria" sái do papel? Ahahahahahaa.
Tudo começa amassando bem a massa com ingredientes e um truque:
Meu namorado botou a mão na massa mesmo, esta é uma foto de literalismo.
e lá vão as mãos habilidosas da tia Sueli, passar a massa pelo rolo:
Depois de preenchidos os pastéis:
Fritinhos na hora, sem aquele óleo rançoso com diesel dentro pra não queimar. Gente, tem noção do que é ficar uma tarde inteira comendo pastel? Do pastel que vc tivesse vontade....
Tia Sueli é uma santa mesmo! Haja paciência pra tantos pedidos....
E no intervalo entre um pastel e outro, lixía e romã....
Só de olhar a pastelada, me dá vontade de repetir a dose. Coisa de gordinha mesmo!
No final, depois que fomos ver a invasão dos traficantes na Portelinha e o arsenal espalhafatoso do Juvenal Antena em um faroeste tupiniquim de sentir vergonha alheia, a tia ainda pergunta se a gente queria que ela fizesse alguma coisa pra jantar.... é uma fofa, mesmo.
É UM TURISMO DIFERENTE, EU SEI....
mas tb não fomos fazer turismo. Ir à São Gotardo e não prestigiar o que a cidade tem de melhor, de progresso; a meu ver, seria como ir pra Itália e não ver a Fontana de Trevi ou o Coliseu.
E lá fomos nós rumo ao campo, sentir um pouquinho do quanto o trabalho no campo apesar de sofrido, é digno e bonito. Tive a sorte grande de conhecer um dos entrepostos que utiliza o que há de mais moderno na agricultura, que mais valoriza seus funcionários (dando inclusive a chance deles terem cotas das terras) e ainda o que eu julgo mais importante: o respeito ao solo, que tão graciosamente nos nutre. Neste entreposto, assim como em todos os outros do grupo, o uso de defensivos (agrotóxicos) é feito com muita parcimônia e consciência. Já está bem avançado o cultivo totalmente orgânico.
Aqui, a colheita da batata, logo após a máquina arrancá-las da terra, deixando mais fácil assim o trabalho do funcionário.

Esta é uma plantação de soja:

Aqui, a colheita da cenoura, logo após a máquina fazer o mesmo como a batata:

Conheci a plantação do milho e pude ver como que é aquela história que as pessoas da roça e mais velhas contam, que quando eram crianças e pobres não tinham boneca; daí improvisavam com o milho. Nunca entendia muito bem, como era esssa história, até que eu vi o milho antes de amadurecer, como eu vejo no mercado pra consumir:

Como bem observou a minha irmã, um flor tão singela a do milho e tão bonita ao mesmo tempo.
Que cor incrível.....
Aqui, um processo bem detalhista da produção. Raleando a cenoura.

E mesmo com trabalho tão duro que é, as pessoas ainda não perdem o carinho pelo trabalho, não perdem o capricho. Veja só que enfeitado (dentro do possível) a plaquinha de identificação da sequência que a funcionária tem pra fazer:

O trabalho é duro, arquear as costas, no calor intenso, tomando sol direto, a poeira tão próxima dos olhos e do nariz. Imagino o fim do dia....

E fomos atrás de lixía. Aqui, Seiji, meu mestre, tão paciente com a minha ignorância, tão atencioso que largou um dia de trabalho pra que eu, a verdadeira caipira, pudesse conhecer o trabalho do campo.
Será que tem lixía?

Será?

Pouca lixía, ou muita? Não sei.....

Sei que este é um porta-malas de uma Parati e, bom.... tirem suas conclusões.
Este passeio deu o que pensar, sabe? A gente escuta tanto sobre reforma agrária, uso de agrotóxicos, a ignorância e o anlfabetismo dos donos de campos, mas, pelo menos em São Gotardo foi outra realidade que vivenciei. Aliás, muito pelo contrário.
Claro que lá a coisa dá certo,porque entre outros fatores que eu podia enumerar, a educação desde criança que os donos desse grupo receberam, mas mais ainda: a não acomodação dos mesmos. Pelo que eu vi, sempre estão buscando novas técnicas agrícolas e tentando ser o mais auto-sustentável possível.
Me enchi de orgulho em saber, que pelo menos, em todo esse Brasilzão, ainda há gente que faz e faz muito bem feito.
O resto minha gente, é história: eu sentada entre gente boa (como já falei aqui) e me deliciando com baldes de lixía. Jogando conversa fora e comendo lixía....
E lá fomos nós rumo ao campo, sentir um pouquinho do quanto o trabalho no campo apesar de sofrido, é digno e bonito. Tive a sorte grande de conhecer um dos entrepostos que utiliza o que há de mais moderno na agricultura, que mais valoriza seus funcionários (dando inclusive a chance deles terem cotas das terras) e ainda o que eu julgo mais importante: o respeito ao solo, que tão graciosamente nos nutre. Neste entreposto, assim como em todos os outros do grupo, o uso de defensivos (agrotóxicos) é feito com muita parcimônia e consciência. Já está bem avançado o cultivo totalmente orgânico.
Aqui, a colheita da batata, logo após a máquina arrancá-las da terra, deixando mais fácil assim o trabalho do funcionário.
Esta é uma plantação de soja:
Aqui, a colheita da cenoura, logo após a máquina fazer o mesmo como a batata:
Conheci a plantação do milho e pude ver como que é aquela história que as pessoas da roça e mais velhas contam, que quando eram crianças e pobres não tinham boneca; daí improvisavam com o milho. Nunca entendia muito bem, como era esssa história, até que eu vi o milho antes de amadurecer, como eu vejo no mercado pra consumir:
Como bem observou a minha irmã, um flor tão singela a do milho e tão bonita ao mesmo tempo.
Que cor incrível.....
Aqui, um processo bem detalhista da produção. Raleando a cenoura.
E mesmo com trabalho tão duro que é, as pessoas ainda não perdem o carinho pelo trabalho, não perdem o capricho. Veja só que enfeitado (dentro do possível) a plaquinha de identificação da sequência que a funcionária tem pra fazer:
O trabalho é duro, arquear as costas, no calor intenso, tomando sol direto, a poeira tão próxima dos olhos e do nariz. Imagino o fim do dia....
E fomos atrás de lixía. Aqui, Seiji, meu mestre, tão paciente com a minha ignorância, tão atencioso que largou um dia de trabalho pra que eu, a verdadeira caipira, pudesse conhecer o trabalho do campo.
Será que tem lixía?
Será?
Pouca lixía, ou muita? Não sei.....
Sei que este é um porta-malas de uma Parati e, bom.... tirem suas conclusões.
Este passeio deu o que pensar, sabe? A gente escuta tanto sobre reforma agrária, uso de agrotóxicos, a ignorância e o anlfabetismo dos donos de campos, mas, pelo menos em São Gotardo foi outra realidade que vivenciei. Aliás, muito pelo contrário.
Claro que lá a coisa dá certo,porque entre outros fatores que eu podia enumerar, a educação desde criança que os donos desse grupo receberam, mas mais ainda: a não acomodação dos mesmos. Pelo que eu vi, sempre estão buscando novas técnicas agrícolas e tentando ser o mais auto-sustentável possível.
Me enchi de orgulho em saber, que pelo menos, em todo esse Brasilzão, ainda há gente que faz e faz muito bem feito.
O resto minha gente, é história: eu sentada entre gente boa (como já falei aqui) e me deliciando com baldes de lixía. Jogando conversa fora e comendo lixía....
DAÍ CHEGAMOS AO NOSSO DESTINO
e os dias que se seguiram, foram ótimos por várias decobertas boas. Mas mais marcados ainda pelo aconchego, carinho e atenção de pessoas boas, com luz por dentro. Gente boníssima, pra falar o mínimo.
Daqui pra frente, sigo em posts contando um pouquinho só do que passei por lá, resguardando sempre a intimidade de terceiros, como eu já tinha avisado.
Mas quero dizer que foram dias que será difícil, neste ano, ter dias melhores, em termos de viagem e conhecer gente que fez diferença pra mim. Que me fez esquecer um pouco da minha sociopatia....que me fez esquecer um pouco da corrupção de valores morais, familiares e tudo mais, aos quais vemos sempre e lamentamos.
Daqui pra frente, sigo em posts contando um pouquinho só do que passei por lá, resguardando sempre a intimidade de terceiros, como eu já tinha avisado.
Mas quero dizer que foram dias que será difícil, neste ano, ter dias melhores, em termos de viagem e conhecer gente que fez diferença pra mim. Que me fez esquecer um pouco da minha sociopatia....que me fez esquecer um pouco da corrupção de valores morais, familiares e tudo mais, aos quais vemos sempre e lamentamos.
Assinar:
Postagens (Atom)

